Os “Todos” da Oração
Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos. Efésios 6:18
Leitura Recomendada: Romanos 8:26-27
Paulo conclui a sua descrição da armadura de Deus com uma menção à oração. A explicação para o acréscimo da oração está na gramática grega. “Orar” é um particípio, não uma ordem imperativa verbal como “[tomar] o capacete” e “[tomar] a espada” (Efésios 6:17). Na mente de Paulo, orar era um meio de cumprir as instruções anteriores: Revestir com a armadura em oração.
Para Paulo, a oração era semelhante à respiração – uma atividade natural de comunicação com Deus. Assim como não precisamos que nos ordenem que respiremos não deveríamos precisar que nos ordenem que oremos. E, no entanto, Paulo fá-lo, como um lembrete, em 1 Tessalonicenses 5:17: “Orai sem cessar”. Assim como a respiração é um exercício contínuo, também a oração deveria ser: Orar em todo o tempo (“sempre”), com toda a oração, com toda a perseverança, por todos os santos – os quatro “todos” da oração. A oração é um componente crítico para sermos “[fortes] no Senhor” (Efésios 6:10). Revestirmo-nos da nossa armadura espiritual em oração proporciona poder e sabedoria nas batalhas espirituais.
Quanto tempo consegues viver sem respirar? E durante quanto tempo consegues viver frutuosamente sem orar?
- David Jeremiah
A oração da fé baseia-se na fidelidade de Deus. - D. Edmond Hiebert



