Eutanásia
“… aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.” - Hebreus 9:27
É nossa firme convicção que todos os crentes em Cristo devem opor-se fortemente à eutanásia, na base de que esta é contrária à vontade revelada de Deus. A eutanásia é o ato deliberado de encerrar prematuramente a vida de alguém que está gravemente doente. Isto normalmente é conseguido através da inalação controlada de monóxido de carbono, por uma injeção letal de drogas ou pela retenção de alimentos. Aqueles que defendem esta lógica prejudicial acreditam que é moralmente aceitável acabar com a dor e o sofrimento de um ente querido, cuja vida de outra forma não faria sentido. Em nome da compaixão, o infame “Dr. Morte” ajudou em muitos desses suicídios, proclamando-se um anjo de misericórdia.
Felizmente, a maioria dos médicos ainda segue o juramento de Hipócrates, que afirma que todos os esforços devem ser feitos para preservar a vida. Mas ainda mais importante, o homem não tem o direito moral de pôr fim a uma vida que lhe foi dada por Deus. Foi dito apropriadamente: “O suicídio não acaba com a dor, apenas a coloca sobre os ombros quebrados dos sobreviventes”. Muitos parecem ter esquecido que é na mão de Deus “que está… a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda carne humana” (Jó 12:10). Simpatizamos, é claro, com qualquer família que tenha um ente querido que esteja com uma doença terminal. No entanto, abreviar essa vida pode enviar a pessoa para uma eternidade sem Cristo, quando de outra forma esta poderia ter crido antes da sua morte natural. Além disso, talvez nunca saibamos quantas almas na profissão médica foram salvas porque estiveram na presença de um santo moribundo ou de um membro da família que foi fiel testemunhando de Cristo. O consolo do Senhor nesses momentos é “A MINHA GRAÇA TE BASTA!”
por Paul M. Sadler



