Ir à Igreja
Há uma passagem importante sobre o ir à igreja, em Hebreus 10:23-25:“Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança ... E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras. Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns ...”.
Nestes dias somos muitas vezes incitados: “Vá à igreja da sua preferência.” A implicação é que qualquer igreja é tão boa quanto outra – o importante é que se vá a uma igreja. Mas isso não é assim.
As Escrituras ensinam que a verdadeira Igreja é constituída por aqueles que têm colocado a sua fé no Senhor Jesus Cristo como o Salvador que morreu pelos seus pecados. Aos tais é dito para que retenham a fé que têm professado, sem vacilarem. Isto tem de acontecer primeiro, pois é somente àqueles que têm primeiro exercido tal fé que se podem reunir com unidade de mente e propósito para se estimularem mutuamente “ao amor e às boas obras.”
Para aqueles que têm sido salvos pela graça de Deus é uma experiência verdadeiramente bendita reunirem-se para expressarem o seu louvor uníssono em canção, erguerem os seus corações uníssonos em oração e juntarem-se para estudarem a Palavra de Deus de modo a crescerem “na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.”
Nestes dias de tensão e confusão há uma tendência mesmo para os Cristãos mais sinceros de se ocuparem com as coisas temporais de tal modo que se privam do encorajamento e da elevação espiritual que advém de se reunirem com outros Cristãos. Mas estes são exactamente os tempos em que os crentes necessitam do encorajamento da companhia de cada um dos outros e devem particularmente lembrar-se da admoestação das Escrituras para não abandonarem “a [sua] congregação, como é costume de alguns.”
Cornelius R. Stam