Restituição
Por Stephen F. Olford
Só Deus sabe o que sucederia nos sectores profissionais, comerciais e industriais da nossa vida nacional se Ele verdadeiramente nos visitasse com um avivamento. Que ajustamentos não se fariam!
«Oitenta lençóis, vinte e cinco cobertores, vinte e quatro casacos, trinta e quatro pares de calças, onze sobretudos, seis casacos de senhora, vinte e cinco vestidos, vinte e sete saias, cinquenta camisas, vinte e duas colchas, sessenta e quatro chapéus, vinte e três toalhas, uma mesa, quatro cadeiras, cinquenta fronhas de almofada, quinze tesouras, cinco máquinas de cortar cabelo, nove carteiras de bolso, quatro máquinas fotográficas, quatro relógios de pulso, três revólveres e respectivas munições, trinta cálices e diversas peças de joalharia, ferramentas, isqueiros, louça, cutelaria, botas e sapatos, panelas de pressão, frigideiras, lanternas e gilettes».
Estamos informados de que, durante um departamento religioso na cidade de Belfast sob o ministério de. W. P. Nicholson, houve tal espírito de arrependimento e restituição que os operários de um conhecido estaleiro naval devolveram material suficiente para as autoridades construírem e equiparem um telheiro para máquinas de razoáveis dimensões.
Por isso, somos impelidos a perguntar nesta época de falta de princípios no comércio e de desprezo pela ética: «Estás desajustado em relação à tua vida comercial?». Enquanto não estiveres numa relação justa com Deus, Ele não te ouvirá nem te abençoará. Seja em que sector for de desajustamento, temos de nos lembrar das solenes palavras de David: «Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá» (Salmo 66.18).
Só há uma maneira de nos reajustarmos à vontade de Deus, maneira essa sintetizada nas palavras de Nosso Senhor ressurrecto na mensagem que Ele dirigiu à Igreja em Éfeso: «Lembra-te... de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras» (Apoc.2.5).




