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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

Sermões e Estudos

Fernando Quental
O bom entendimento

Sermão proferido por Fernando Quental em 23 de fevereiro de 2020

Dário Botas
O orgulho do homem

Sermão proferido por Dário Botas em 16 de fevereiro de 2020

Bruno Santos
Profeta Elias

Sermão proferido por Bruno Santos em 09 de fevereiro de 2020

Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 3:3 em 19 de fevereiro de 2019

 
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22-01-08 - Deus abençoa quem abençoa os Judeus

judeus.jpg     Há uma história tradicional em relação ao impetuoso Frederico o Grande que, frustrado, exigiu dos seus ministros que lhe apresentassem prova da existência de Deus. Houve um silêncio momentâneo antes de um dos seus conselheiros abrir a boca e dizer: “Vossa Majestade já considerou os Judeus?” 

     Surpreenda-se com o que vai ler a seguir. Não perca! 

     A contínua existência dos Judeus é prova clara da existência de Deus. 

     Há três declarações distintas feitas dentro da promessa da bênção que Deus deu aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

     A primeira é que Deus abençoa quem abençoa os Judeus. 


EUA

     Os Estados Unidos tornaram-se na primeira nação do mundo a conceder plena cidadania aos Judeus.

     Os Estados Unidos foram a primeira nação a permitir que os Judeus tivessem o direito total  de votar, e foram a primeira nação a reconhecer a bênção incomparável que o povo Judeu tem sido para a humanidade. 

     O segundo presidente dos EUA, John Adams, disse: “Os Judeus fizeram mais pela civilização dos homens do que qualquer outra nação. Eles são a nação mais gloriosa que já habitou a terra. Os Romanos e o seu império eram nada em comparação com os Judeus. Os Judeus é que inspiraram religião a três quartos do mundo e influenciaram a humanidade com mais bênçãos do que qualquer outra nação, antiga ou moderna”.

     E nenhuma nação na face da terra hoje, ou em qualquer época da história registada, recebeu bênçãos maiores do que os Estados Unidos. 

     A segunda declaração é que Deus prometeu que por meio dos Judeus todas as famílias da terra seriam abençoadas”. 


BÍBLIA e JESUS

     Sem os Judeus, não haveria Bíblia alguma. Jesus veio ao mundo como Judeu. Sem o Jesus Judeu, não haveria nenhum Cristianismo.

     Deixando de fora a questão teológica, um relance rápido aos últimos cento e tal anos prova que a promessa não está limitada apenas às bênçãos espirituais. 


NOBEL

     De 1901 a 2001, 6 biliões de pessoas do mundo competiram pelos escassos 844 Prémios Nobel que têm sido concedidos. Desses 6 biliões de pessoas, aproximadamente 2 biliões são Muçulmanos — cerca de 20% da população global.

     Desses 2 biliões de Muçulmanos, oito foram seleccionados para receber o Prémio Nobel — (sete se considerarmos que um deles foi mais uma recompensa política dada de modo errado a Yasser Arafat, um terrorista que nunca se arrependeu).

     Em qualquer caso, os Muçulmanos representam menos de 1% dos Prémios Nobel totais dados nos últimos cem anos.

     Na metade do século 20, os nazis exterminaram cerca de 6 milhões de judeus, mais da metade da população Judaica do mundo. Hoje restam aproximadamente 14 milhões de Judeus.

     Mesmo com metade dos Judeus exterminados na metade do século passado, 159 dos restantes 836 Prémios Nobel foram dados a Judeus, ou aproximadamente 18.8% de todos os Prémios na história do Nobel. (Se está a seguir, esse número é 20 vezes tantos prémios divididos por 14 milhões de Judeus dos que foram repartidos pelos 2 bilhões de Muçulmanos no mundo inteiro.) 


EUA

     Nos EUA, a influência dos Judeus Americanos é imensamente desproporcional aos seus números. Os adeptos de teorias de conspiração apontam sombriamente para a “influência Judaica” na educação, sistema bancário, direito, medicina, governo, meios de comunicação e entretenimento como evidência de uma conspiração Judaica para controlar o mundo.

     Eles, com precisão, chamam a atenção para o facto de os Judeus Americanos representarem menos de 2% da população geral dos EUA, mas depois tiram suas conclusões sem o benefício do discernimento das Escrituras.

     A “influência Judaica” na vida Aamericana é parte da bênção de Deus sobre os EUA — a ficção da “conspiração Judaica” atribuída a eles em recompensa é parte da maldição de Deus sobre Israel.

     “Então os arrancarei da Minha terra que lhes dei, e lançarei da Minha presença esta casa que consagrei ao Meu Nome, e farei com que seja por provérbio e motejo entre todos os povos”. (2 Crónicas 7:20)

     A maldição foi parcialmente removida em 1948, mas não será totalmente tirada até o fim do Período da Tribulação.

     “E há de suceder, ó casa de Judá, e casa de Israel, que, assim como fostes uma maldição entre os Gentios, assim vos salvarei, e sereis uma bênção; não temais, esforcem-se as vossas mãos”. (Zacarias 8:13)

     Os Judeus retornaram à sua terra, mas permanecem “por pasmo, por ditado e por fábula entre todos os povos” até hoje. 

     Finalmente, Deus prometeu que Ele “amaldiçoaria os que amaldiçoassem os Judeus”. A precisão com que Deus cumpriu essa promessa é nada menos do que impressionante.

     Durante as Cruzadas de 1095 a 1270, os Judeus do Sul da Europa fugiram para a Espanha, Inglaterra, Escandinávia e Europa Oriental como consequência de intensa perseguição e massacres de Judeus em grande escala. 


ÁRABES

     A Inglaterra acabou por demonstrar ser o lugar errado para ir, pois em 1290 o rei Edward I expulsou os Judeus. O rei Charles II fez a mesma coisa em 1394, obrigando todos os Judeus a deixar a França. O que é interessante é que os Judeus encontraram paz e segurança na Espanha e Portugal quando esses países estavam sob governos Muçulmanos. Nesse ponto da história, a Europa estava arruinada, ignorante e em constante tumulto, enquanto o mesmo período de tempo é conhecido na história como a Era de Ouro do Islamismo. Os Mouros [Muçulmanos da África que haviam conquistado a Espanha e Portugal] eram mundialmente famosos pelos seus conhecimentos de astronomia, medicina e ciência, e o mundo Islâmico gabava-se das bibliotecas mais abrangentes que já haviam existido até aquele tempo. 


ESPANHA e INGLATERRA

     Nos anos de 1400, os mouros foram expulsos da Espanha pelos exércitos Europeus do Papa. Em 1492, no mesmo dia em que Colombo navegou para o Novo Mundo, a Espanha expulsou todos os Judeus não convertidos que haviam sobrevivido à Inquisição espanhola. Nessa época eles fugiram de novo para a Inglaterra, onde a Reforma protestante agora os acolhia.

     O império mundial da Espanha durou menos de um século depois dos espanhóis terem expulsado os Judeus. No lugar do império Espanhol, levantou-se  o Império Britânico, que era amigo dos Judeus, e cuja extensão alcançou os quatro cantos do mundo. Em 1917, os Britânicos capturaram a Palestina dos Muçulmanos. O governo britânico ofereceu aos Judeus uma pátria por meio da Declaração de Balfour, e um ano depois, a Inglaterra ganhou a 1ª Guerra Mundial.

     Depois da guerra, os Britânicos quebraram a maior parte de suas promessas aos Judeus, restringiram a imigração dos Judeus para a Terra Prometida, e desde então os Ingleses estão a virar as costas aos Judeus que lhes trouxeram tão grandes bênçãos durante mais de 300 anos.

     O Império Britânico alcançava o mundo inteiro em 1900, mas em 1948 perdeu a sua última colónia quando Burma declarou a independência, e o Império Britânico sumiu. 


ALEMANHA

     Em 1933, a Alemanha estava entre as nações mais civilizadas e sofisticadas da Europa. A velha Berlim era o lugar mais famoso, moderno e belo da Europa. Os nazis voltaram-se contra os Judeus, juntamente com a maioria da Europa Oriental, e 12 anos depois, a bela Berlim transformou-se em montes de entulho e pasto de chamas. 


ÁRABES

     O mundo Árabe, que havia sido tão abençoado durante a Era de Ouro, desmoronou-se, estagnando na sua actual situação, onde a maior parte das populações Muçulmanas vive na pobreza.

     Os Árabes Muçulmanos apoiaram Hitler, opuseram-se à imigração dos Judeus para a Terra Prometida, travaram repetidas guerras contra Israel, negaram a Israel o território que por direito é dos Judeus, e agora armam uma guerra santa mundial para finalizar o objectivo de Hitler em exterminar totalmente os Judeus. A natureza retrógrada da moderna cultura e sociedade Islâmica é fruto desses esforços.

     Historicamente, todos os países que acolheram os Judeus floresceram e prosperaram. Todas as nações que perseguiram os Judeus tiveram dificuldades.

     É mais do que uma coincidência. É um padrão histórico identificável que tem continuado, sem desvios, desde o período do cativeiro dos Judeus em Babilónia. 


BABILÓNIA e PÉRSIA

     Babilónia prosperou quando os seus Judeus prosperaram, porém caiu diante dos Persas quando Nabopolassar se voltou contra eles. A Pérsia prosperou até se voltar contra os Judeus, sendo em seguida derrotada por Alexandre o Grande, da Grécia. E assim segue, toda a história, até hoje, onde a ONU, que é radicalmente contra os judeus, está em vias de sofrer colapso iminente.

     A Palavra de Deus é verdadeira, e as profecias da Bíblia são sempre 100% precisas. Jesus disse que antes de Ele voltar, TODAS as profecias da Bíblia se cumpririam — nos mínimos detalhes. 


EUA

     Ao investigar a história de Israel desde Babilónia até hoje, vemos o detalhe incrível com que Deus cumpre a Sua Palavra. Embora os EUA continuem a ser o principal protector de Israel, e continuem a desfrutar de bênçãos relacionadas com Israel, a boa sorte dos EUA começou a mudar quando a Casa Branca forçou Israel a entrar no Acordo de Oslo.

     A fórmula “terra em troca de paz” exigia que Israel entregasse partes da Terra Prometida em troca de paz. Por outras palavras, foi uma espécie de chantagem cujos termos foram elaborados em Washington e impostos sobre Israel com o objectivo expresso de desfazer o que Deus já havia feito, inclusive dividir Jerusalém e tirar parte dela das mãos dos Judeus.

     “E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra”. (Zacarias 12:3)

     É claro que as pessoas podem negar as ligações bíblicas desta questão, mas a dura realidade prossegue com a crescente sombra agora pairando sobre toda a sociedade em geral. Agora chegou a vez dos EUA descobrirem exactamente como Deus leva a sério a questão da “bênção e maldição”.

     E quando chegar a hora em que as circunstâncias difíceis forçarem os EUA a reconhecerem o perigo que enfrentam, será tarde demais para fazer alguma coisa para alterar o resultado.

     “Assim será a Minha palavra, que sair da Minha boca; ela não voltará para Mim vazia, antes fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei”. (Isaías 55:11)

- Hal Lindsey

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
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"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

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