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04-07-2021 - Novo desenho infantil da Nickelodeon mostra drag queen apresentando desfile LGBT

Novo desenho do Nickelodeon, sobre desfile do Orgulho Gay, do Blue's Clues & You, para cantar junto. (Foto: Reprodução/YouTube)

Novo desenho do Nickelodeon, sobre desfile do Orgulho Gay, do Blue's Clues & You, para cantar junto. (Foto: Reprodução/YouTube)

 

     O novo vídeo infantil da Nickelodeon “Blue’s Clues & You”, onde um drag queen apresenta um desfile LGBT, despertou a indignação dos defensores das crianças, que classificaram o desenho como “decepcionante e perturbador”.

     Trata-se de uma parada do orgulho gay, apresentando muitas formas de sexualidade e expressão de género. O desfile é apresentado por uma versão animada da drag queen americana, Nina West, que também é militante gay.

     A melodia infantil “The Ants Go Marching” teve a sua letra alterada para se adequar ao tema. O vídeo foi lançado online antes do início do mês de junho, quando esse público comemora o atual “movimento de orgulho LGBT”.

 

Sobre o vídeo infantil

     Bem colorido e carregado de arco-íris em bandeiras e faixas listadas, o vídeo inclui famílias com duas mães, dois pais, na figura de animais que também se identificam como trans.

     “Amor é amor, podes ver, e todos deveriam amar com orgulho. Os aliados da comunidade queer podem amar os seus amigos com muito orgulho”, canta West. 

     Durante a exibição destaca-se um grupo de personagens castores. Um deles usando uma braçadeira transgénero listada de rosa e azul. Os comentaristas perceberam que ele tinha cicatrizes no seu peito, provavelmente para representar uma mastectomia dupla [cirurgia para retirada de seios].

     Os críticos do vídeo apontam para a confusão de género e temas totalmente sexualizados direcionados às crianças pequenas. “Blue’s Clues adicionar sexualidade e género à sua programação foi algo decepcionante e perturbador”, disse a escritora Maria Keffler.

     A autora do livro “Desistir, Parar a Transição, & Desintoxicar: Tirando o Seu Filho do Culto de Género”, disse que as crianças não deveriam ser motivadas ao interesse por sexualidade ou identidade de género.

 

Um verdadeiro ataque ao público infantil

     Segundo Keffler, profissionais éticos que trabalham com crianças há muito tempo, reconheceram que quando os pequenos estão familiarizados com comportamentos sexuais, isso é um forte indício de que foram induzidos por adultos mal intencionados. 

     Ela acrescentou que uma “tática bem documentada que os predadores sexuais infantis empregam, ao preparar uma criança para o abuso sexual, é apresentar tópicos e materiais sexuais a ela. 

     "A introdução de material de sexo e género pela Blue's Clues indica uma perturbadora falta de compreensão sobre os fundamentos do desenvolvimento psicológico infantil”, alertou.

     A autora ainda argumentou que em uma época de confusão desenfreada de género entre os adolescentes, é hora de reconhecer o quão destrutiva a ideologia de género é, e como ela pode levar à medicalização experimental e cirurgias”.

 

Nenhuma criança nasce no corpo errado

     Ao afirmar com segurança que “nenhuma criança nasce no corpo errado”, Keffler protesta e questiona: “Como alguém ousa sugerir que isso poderia acontecer?”. Para a especialista, o programa infantil simplesmente deixou de ser um parceiro confiável para os pais.

     Allie Beth Stuckey, uma comentarista e apresentadora do podcast “Relatable” tuitou que não foi surpreendida com o segmento “predatório” da programação. "A história mostra isso. É grosseiro, mas é verdade", apontou.

     “As crianças são sempre os sujeitos inconscientes das experimentaçõess sociais de esquerda, do controlo da população à redefinição do género e da sexualidade ao próprio comunismo”, continuou.

 

Ditadura LGBT

     Um porta-voz da organização americana de Our Duty [Nosso Dever], que visa proteger as crianças da ideologia de género, disse ao Christian Post que os pequenos realmente deveriam aprender sobre diferentes tipos de famílias, já que as encontrarão na escola. 

     No entanto, a organização considera que o retrato de uma comunidade queer unida sob o arco-íris e as bandeiras trans, “parece implicar que existe apenas um ponto de vista”. 

     “Se a sociedade quer mesmo ajudar as crianças a terem a mente aberta, elas precisam saber que, muitas vezes, existem diferentes pontos de vista, e que eles são igualmente válidos”, equilibrou.

     Até mesmo um pai da Califórnia que conhece a Our Duty, e que preferiu não se identificar, ficou horrorizado com o novo vídeo. Ele tem um filho que acredita ser transgénero e não concorda com a promoção desse movimento.

      “As cicatrizes de mastectomia dupla no castor são literalmente a pior coisa que já vi em toda a minha vida”, disse o pai. “Eles estão a tentar normalizar essa insanidade. Qualquer garota que estiver a questionar a sua sexualidade numa idade jovem vai pensar naquele castor. Eles deveriam se envergonhar disso”, continuou.

 

Sobre as campanhas do Our Duty

     Nos últimos meses, a organização patrocinou cartazes publicitários do livro “Danos Irreversíveis: a mania dos transgéneros seduzirem as nossas filhas”, da jornalista Abigail Shrier.

     Outdoors foram colocados perto de instituições onde há uma atuação da medicina experimental de género, como a administração de bloqueadores da puberdade, hormonas do sexo cruzado e a realização de amputações de mama e genitais.

     Além disso, lançou também uma campanha publicitária móvel com a duração de um mês, com a mensagem “Quem é Keira Bell?”. A campanha chama a atenção para uma jovem que tomou bloqueadores da puberdade, hormonas do sexo cruzado e fez dupla mastectomia, mas acabou por se arrepender da decisão.

     Atualmente, com 24 anos, Bell ajudou a trazer uma revisão judicial contra a clínica de género Tavistock, com sede em Londres, onde ela foi tratada. O Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido decidiu, entre outras coisas, que crianças menores de 16 anos são incapazes de tomar decisão sobre o tratamento com bloqueadores da puberdade, dados os riscos e repercussões a longo prazo.

 

- in Christian Post

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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