23-04-10 - Crime sem castigo: A educação sexual e os seus frutos

Governo inglês impõe educação sexual nas escolas. A mentalidade estatal crê que as crianças devem aprender sobre sexo o mais cedo possível.
Consequência: Menina de 6 anos um dia consegue desabafar com a mãe que estava a ser diariamente violada pelos seus amiguinhos da escola.
A mãe da menina declarou ao jornal SkyNet:
Ela disse-me coisas que penso que toda mãe tem medo de ouvir da própria filha. Foi horroroso o que ela passou.
Todos os dias tiravam a roupa dela. Todos os dias cometiam abusos sexuais e físicos com ela. E todos os dias ela chorava pedindo socorro [na escola] e ninguém jamais aparecia.
Penso que não dá para desculpar isto. Como é que se pode dizer que tudo está bem e ninguém tem de prestar contas de nada?
O jornal então conclui:
Uma investigação oficial do abuso aceitou o facto de que uma conduta sexualmente prejudicial realmente ocorreu, mas concluiu que não há como se tomar alguma medida com os responsáveis, pois são jovens demais.
Ninguém tem a menor dúvida de que um crime muito sério foi cometido. Mas ninguém vai ser condenado — nem mesmo o Estado, que estimula as crianças ao sexo, e depois com o maior descaramento lava as mãos diante das consequências.
Portugal resolveu seguir o mesmo caminho.
“Como a justiça encaminha para a vida, assim o que segue o mal faz isso para sua morte” (Pro. 11:19).
“ADMOESTO-TE pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens; pPelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” ( 1 Tim. 2:1,2).




