
Um evangelista que costuma pregar nas ruas foi preso em Bristol, Inglaterra, apenas algumas semanas depois de se livrar de uma condenação por distúrbio da ordem pública. Em julho do ano passado, o inglês Michael Overd, de 52 anos, e o norte-americano Michael Stockwell, 50 anos, pregavam nas ruas da cidade, quando foram interpelados por um grupo de pessoas, entre elas vários muçulmanos.
No meio do debate, os pregadores disseram que Allah “não existia” e que todos os islâmicos iriam ter como destino o inferno, se não se convertessem ao Senhor Jesus Cristo. Isso foi o suficiente para que eles fossem denunciados. Quando as autoridades chegaram, levaram os dois para prestar depoimento na esquada da polícia. Após ouvirem as testemunhas, foi instaurado um processo contra eles.
Na semana passada, Mike Overd, foi preso novamente após a polícia ser chamada para averiguação. Ele estava sozinho numa das principais ruas da área comercial da cidade quando começou a falar sobre o inferno.
Ler mais …28-08-2017 - Inglaterra: Evangelista é preso por pregar a verdade do Evangelho nas ruas

Sir Isaac Newton foi um famoso cientista inglês, mais reconhecido como físico e matemático que cria firmemente em Deus. Conta-se que ele tinha um amigo ateu e que, desejoso de convencer o seu amigo da existência de um Deus criador, elaborou um plano: Foi até uma carpintaria e encomendou um modelo do sistema solar. Este modelo deveria ser uma réplica fiel do nosso sistema.
Várias semanas depois Sir Isaac recolheu o modelo na carpintaria, colocando-o no centro da mesa em sua casa, um lugar de destaque. Um dia, o seu amigo ateu veio visitá-lo e ao chegar, ficou impressionado com a precisão daquela réplica. Perguntou-lhe logo se podia observar mais de perto, o que Isaac permitiu. Ele ficou grandemente admirado ao observar a singularidade de cada peça. Depois perguntou a Isaac quem era o autor daquela maravilhosa réplica. Muito sábio, Isaac respondeu que a réplica não possuía um escultor e que ela lhe aparecera na sua mesa por casualidade.
Ler mais …Argumento usado por Isaac Newton para um amigo ateu