Um bom Deus num mundo mau

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     As recentes tragédias, como a de Sutherland Springs, no Texas, o tiroteio em uma igreja ou o massacre de Las Vegas, refocalizam a questão do mal de uma maneira vívida. Se existe um Deus amoroso, então porque Ele permite crimes hediondos como este? Porque ele não intervém? O cristão não pode aceitar as afirmações de alguns que Deus “não é perfeito e há algumas coisas que Deus não controla”.

     A minha esposa, Barb, e eu sofremos a perda trágica da nossa filha Rhoda há alguns anos. Sabemos que essa dor nunca desaparece. No entanto, uma coisa é certa: a existência do mal não elimina Deus. Pelo contrário, clama por ele. No seu livro Mere Christianity (Mero Cristianismo), o ex-ateu C. S. Lewis observou: “O meu argumento contra Deus era que o universo parecia demasiado cruel e injusto. Mas como é que eu obtive essa ideia de justo e injusto? Um homem não chama uma linha torta a menos que tenha uma ideia de linha reta.

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Ateus falham, ao acusar os Cristãos de antropófagos

 CMO artigo

     Quando me converti ao Senhor Jesus Cristo em 1975, comecei imediatamente uma ação evangelística junto dos meus colegas de liceu, intra e extra muros do mesmo.

     Quando um dia, junto à Biblioteca Municipal de S. João da Madeira, onde iam muitos dos meus colegas estudar, desencadeei mais uma ação evangelística, alguns, declaradamente ateus, chegaram mesmo a acusar-me - e a todos os Cristãos - de antropofagia (o ato ritual de comer uma parte ou várias partes de um ser humano - do grego anthropos, "homem" e phagein, "comer"), ou seja, de canibalismo.

     O que é que eu respondi? 

     Eu sabia que tal acusação não acertava nos verdadeiros Cristãos, mas nos Católicos Romanos, que se dizem Cristãos, mas cujo Cristianismo está muito adulterado. Os Católicos inventaram a doutrina da transubstanciação, uma doutrina sem suporte bíblico. A transubstanciação é a conjunção de duas palavras latinas: trans (além) e substantia (substância), e significa a mudança da substância do pão e do vinho na substância do Corpo e sangue de Jesus Cristo no ato da consagração, na Eucaristia. Em suma, os Católicos dizem que no ato da consagração do pão e do vinho pelo sacerdote, estes se transformam no corpo e no sangue do Senhor Jesus Cristo, tão real e tão perfeito como está no Céu.Como os Católicos dizem que "recebem" o Senhor quando comem a hóstia, os ateus acusam-nos de antropófagos, canibais - com muita razão. 

     Ora, qualquer crente que conhece a verdade das Escrituras sabe muito bem que o pão e o vinho representam - não são- o corpo e o sangue do Senhor Jesus Cristo, respetivamente. Quando o Senhor Jesus Cristo disse, "isto é o Meu corpo ... isto é o Meu sangue" (Mateus 26:26-28) quis simplesmente dizer que o páo e o vinho eram figuras - não realidades - do corpo de do sangue do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia interpreta-se a si mesma, e muitos outros textos semelhantes são claros quanto a este significado. São exemplo disso, por exemplo, os sonhos de José no Egito, e os seus significados - "As sete vacas formosas SÃO (ou seja, REPRESENTAM) sete anos; as sete espigas formosas também são (ou seja, REPRESENTAM) sete anos" (Génesis 41:26).

     Como seria evidente, desmontei facilmente aquela argumentação e acusação falaciosa, explicando-lhes a posição dos Cristãos genuínos, que nada têm a ver com caricaturas distorcidas de Cristãos, como é o caso dos Católicos Romanos. A minha resposta - eles sabiam muito bem - era coerente com o todo da verdade do Evangelho que lhes proclamava, que apontava para uma Pessoa, o Senhor Jesus Cristo, e não uma religião, fosse ela qual fosse.

     Por conseguinte, quanto fores confrontado com este tipo de argumento falacioso, diz-lhes que se devem ter enganado no destinatário da sua mensagem, pois os verdadeiros Cristãos não são antropófagos.

- C. M. O.
 

 

NUNCA ASSUMAS, ou Como Responder aos Céticos

Respondendo aos céticos

     A maioria dos ateus assume várias coisas como sendo verdade. Por exemplo, eles assumem a existência da moralidade, da lógica e da consistência e coerência das leis da natureza. E, no entanto, de acordo com os seus próprios pressupostos, nenhuma dessas coisas deveria existir. Porém, existem! Permite-me que explique a razão dos seus pressupostos serem incompatíveis com uma visão do mundo que assume que só a matéria e a energia existem, ajudando o cético a ver a loucura da sua visão materialista ou naturalista do mundo. 1

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Ateus não existem

Ateus não existem

     Nós [sociedade] aplaudimos hipocritamente os homens por buscarem a verdade, mas pedimos a execução pública de qualquer pessoa que acredite que a encontrou.

     Vivemos numa era de obscurantismo auto-imposto. Porquê? O homem natural é uma criatura decaída, está moralmente corrompido e está empenhado em ter autonomia, isto é, em governar-se a si mesmo.

     Ele odeia Deus porque Deus é justo e odeia as leis de Deus porque estas o censuram e restringem a sua malignidade. Ele odeia a verdade porque esta expõe quem ele é e aflige-o do que lhe restou de consciência.

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Deus Existe. A noção de certo e errado inerente à espécie humana não pode ser explicada de modo biológico.

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      O sentimento de certo e errado emerge sempre de dentro de todos nós, independentemente da cultura. Até mesmo um ladrão sente-se frustrado e mal tratado quando é vítima de roubo. Se alguém rapta uma criança da família e a viola sexualmente, há uma revolta e raiva que confrontam aquele ato como maléfico, independente da cultura. De onde vem essa noção de errado? Como explicamos uma lei universal na consciência de todas as pessoas, que diz que assassinato por diversão é errado?

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