
… o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos… Todavia, ao Senhor agradou o moê-lo…
“Que tipo de pai permitiria que o seu filho fosse maltratado e morto?” Os seus olhos escuros e juvenis transbordavam desafio — do seu ponto de vista, era algo impensável — mas a turma ficou em choque com a audácia da pergunta. Amor! O amor é a resposta simples, mas profunda — e a única esperança para a humanidade perdida. A cruz demonstra o amor de Deus por nós; o amor de Cristo pelo Seu Pai e pelos Seus. O nosso Salvador foi odiado, rejeitado, ferido e castigado por causa do nosso mal, para que pudéssemos experimentar o amor e o perdão de Deus.
— C. Webb
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Porque Eu, o Senhor, amo o juízo, e aborreço a iniquidade; Eu lhes darei sua recompensa em verdade e farei um concerto eterno com eles. Isaías 61:8
As pessoas sentem-se atraídas por histórias em que o mal é, no fim, castigado. É um tema clássico de livros e filmes. Porque será que isso nos toca tanto? Não será porque o anseio por justiça é um princípio que Deus colocou no coração de toda a humanidade? Paulo explica que os “os Gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei” (Romanos 2:14). Todos nós temos uma noção inata do que está certo e errado e, aleluia, um dia todos os erros serão corrigidos. A justiça é um atributo imutável de Deus, e Ele prometeu que virá um dia fazer acerto de contas. “Todo vale será exaltado, e todo monte e todo outeiro serão abatidos” (Isaías 40:4). Como ansiamos que Ele cumpra essa promessa.
— Sid Halsband
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