Charles Darwin: “Por piores que fossem as crises que atravessei, nunca desci até ao ateísmo, nunca neguei a existência de Deus”.

É preciso referir que Darwin não se assumia como ateu; ele escreveu uma carta a um amigo em 1879 (ver o livro “A Vida e a Correspondência de Charles Darwin”, 1887, publicado pelo seu filho Francis Darwin):
"Sejam quais forem as minhas convicções sobre este tema [religião], elas só pode ter importância para mim próprio. Mas, já que me perguntas, posso assegurar-te que o meu juízo sofre, amiúde, flutuações. Nas minhas maiores oscilações, nunca cheguei ao ateísmo no verdadeiro sentido da palavra, isto é, nunca cheguei a negar a existência de Deus".