O Relativismo

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     Nestes dias há entrado uma forte corrente chamada Relativismo na qual os actos, comportamentos e acções não são nem bons nem maus; tudo depende. Assim, vemos por exemplo que enganar não é mau, se for feito por uma razão nobre, roubar e mentir tão-pouco. O desenlace de quase todas as novelas é sempre o mesmo, o/a esposo/a deixa o seu cônjuge “mau, abusivo, etc.” e consegue um amante “bom, que ama de verdade”, e o pior de tudo é que as coisas são apresentadas de tal forma que o telespectador acaba por se colocar do lado da nova relação.
     Pouco a pouco vai-se substituindo a razão pelo sentimento, ou seja, uma pessoa comporta-se mais guiada pelo que sente o coração do que pelo que  deveria fazer racionalmente. E, evidentemente, se não houver uma base nem princípios sólidos que ajudem a aprender a priorizar e a decidir o que é e não é bom, as coisas tornam-se um pouco mais complicadas.

     Se numa garrafa de lixívia, alguém remove o rótulo e o substitui por um de Coca-Cola, se alguém a beber morrerá decerto. Independentemente de como lhe queiras chamar, a lixívia será sempre lixívia. Isto acontece-nos muitas vezes. Autossugestionamo-nos para tentar justificar o nosso mau comportamento, mas, infelizmente, a única coisa que fazemos é enganarmo-nos a nós mesmos e, em última análise, somos os principais prejudicados.

     Se a regra para se medir a Verdade ou o Bem é relativa, se as coisas dependem de como cada um as vê, como fazemos para viver melhor, para traçarmos um plano futuro que nos ajude a sermos melhores? Em que critérios estáveis, imprescindíveis para crescermos como pessoas, nos poderemos basear? Que valores e virtudes nos esforçaremos por aprender se tudo é relativo?

     Muitas das crises por que passam os países são fruto do relativismo, da falta de critério, da falta de exigência, da falta de orientação. O relativismo leva-nos a uma sociedade de sonho, nebulosa, ideal ... que não é real. É a sociedade do bom, do agradável, do fazer o que gosto porque é tão bom como qualquer outra opção. Mas para se ter sucesso fazem falta critérios objectivos, modelos claros, metas concretas. Enquanto não soubermos quais são, não avançaremos. Pelo contrário seremos cada vez menos capazes e portanto menos felizes.

     "... fortalecem-se na terra, mas não para a verdade, porque avançam de malícia em malícia, e a Mim Me não conhecem, diz o Senhor"
(Jeremias 9:3). "... o Senhor Deus é a verdade ..." (Jer. 10:10).

     "Porventura não te escrevi excelentes cousas acerca de todo o conselho e conhecimento; para te fazer saber a certeza das palavras de verdade, para que possas responder palavras de verdade aos que te enviarem?"
(Provérbios 22:20,21).

"Compra a verdade, e não a vendas" (Provérbios 23:23).

"Ó Senhor, Tu és o meu Deus; exaltar-Te-ei, a Ti, e louvarei o Teu nome, porque fizeste maravilhas: os Teus conselhos antigos são verdade e firmeza" (Isaías 25:1).

"A Tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos Teus juízos dura para sempre" (Salmo 119:160).

"Santifica-os na verdade: a Tua palavra é a verdade" (João 17:17).

 "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

"... o Senhor é bom, e eterna a Sua misericórdia; e a Sua verdade entende-se de geração a geração" (Salmo 100:5).

Sermões e Estudos

Jose Carvalho 09DEZ18
Mensagem difícil, mas inevitável

Sermão proferido por José Carvalho em 09 de dezembro de 2018

Jose Teles 02DEZ18
Os esquecidos III

Sermão proferido por José Teles em 02 de dezembro de 2018

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Os esquecidos II

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Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 2:8 em 12 de dezembro de 2018

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