Quem diz este país amar não deveria honrá-lo?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Interrogo-me se a América conseguirá chegar a mais 250 anos quando ouço alguns no nosso país amaldiçoarem esta nação. Eles desfrutam dos frutos das nossas grandes liberdades, que atacam e de que abusam. Não deveriam todos os cidadãos que afirmam amar este país honrar uma nação que dá da sua abundância às nações do mundo? — C.D.
Resposta: Devemos honrar a América porque ela tem sido a nação mais generosa da história. Esta nação tem da sua riqueza e fé a um mundo necessitado. Quando ocorre uma catástrofe em qualquer lugar do mundo, a América está presente com ajuda e assistência. Em tempos de fome, terramotos, inundações e aflições de toda a espécie, o coração da América é tocado e ela acorre.
A nossa nação enviou os seus mensageiros de compaixão aos continentes do mundo para levar as Boas-Notícias de que Deus os ama e está disposto a dar propósito e significado a vidas vazias e alienadas.
Devemos honrar a América porque ela nunca escondeu os seus problemas e as suas falhas. Se existe pobreza, se ocorrem motins, o mundo fica a saber. Em vez de uma «Cortina de Ferro», temos uma «janela panorâmica». O mundo inteiro observa — por vezes criticamente e, por vezes, com admiração.
Os homens que assinaram a Declaração de Independência foram movidos por um magnífico sonho que maravilhou o mundo. O sonho estava enraizado num livro chamado Bíblia. Ele proclama liberdades que a maior parte do mundo considerava impossíveis.
Que aqueles que afirmam querer melhorar a nação destruindo-a se juntem a todos nós numa nova unidade e numa nova dedicação, por meios pacíficos, para tornar realidade o sonho de dar propósito e significado à vida, de tornar a liberdade uma realidade, de tornar a justiça social uma realidade e de tornar a paz uma realidade.
- Billy Graham



