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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

Sermões e Estudos

David Gomes
Faróis

Sermão proferido por David Gomes em 15 de setembro de 2019

José Carvalho
Dupla Verdade

Sermão proferido por José Carvalho em 08 de setembro de 2019

Carlos Oliveira
Dividir bem a Bíblia II

Sermão proferido por Carlos Oliveira em 01 de setembro de 2019

Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 2:19 em 18 de setembro de 2019

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05-10-07 - Suicídio do Ocidente: bispo holandês pede que cristãos rezem a Alá

Até mesmo para os holandeses — tão tolerantes - esta saída do bispo foi demais.

Martinus “Tiny” Muskens, bispo católico da cidade de Breda, Holanda, declarou a uma audiência televisiva que os católicos têm de rezar a Alá, como forma de atenuar as tensões com os seus vizinhos muçulmanos.

“Alá é uma palavra muito bonita para Deus. Não devíamos todos, de agora em diante, chamar Deus de Alá?”, perguntou o bispo que passou 8 anos na Indonésia muçulmana.

Os ecuménicos acharam a recomendação do bispo uma idéia magnífica. “A recomendação dele reforça o facto de que os muçulmanos, os cristãos e os judeus adoram o mesmo Deus”, disse Ibrahim Hooper. Então, por que é que os muçulmanos não começam a orar no nome de Jesus, ou a usar a palavra hebraica Adonai (Senhor) nas suas orações?

Se os nomes não significam muito, então porque é que Josué não decidiu, ao entrar na Terra Santa, que o Deus de Israel seria dali em diante conhecido como Baal, para facilitar as relações com os cananitas? Porque é que Jesus instruiu os seus discípulos a orarem no Seu nome?

Uma pesquisa de opinião pública no De Telegraaf, o maior jornal da Holanda, revelou que 92% dos holandeses opõem-se às bajulações do bispo aos muçulmanos.

Os jornais publicaram muitos comentários, como: “Sem dúvida. Vamos chamar Alá a Deus. Vamos chamar mesquitas às igrejas ”. Porque se há-de ficar a meio, neste processo? Os holandeses deveriam também rezar em direcção a Meca, obrigar as suas mulheres a vestirem véus e espancarem-nas quando forem “desobedientes”.

O que se está a passar é motivo sério de reflexão.

O índice de natalidade dos muçulmanos europeus é trêz vezes maior do que o índice dos europeus não muçulmanos (que é bem abaixo do nível de substituição). Em menos de 20 anos, estima-se que um terço de todas as crianças europeias sejam de famílias muçulmanas. Em 2050, um em cada cinco europeus rezará para o mesmo deus de Osama bin Laden e dos aiatolas do Irão.

Numa pesquisa de opinião pública em 2006, 63% disseram que a Religião de Paz é incompatível com a moderna vida europeia, 68% sentiam-se ameaçados pelos “jovens muçulmanos ou imigrantes”, 53% temiam um ataque terrorista dos muçulmanos holandeses e 47% criam que em algum momento nas suas vidas, a Holanda seria governada pela lei islâmica.

Tal como os romanos nos últimos dias do seu império, os europeus permitiram que os bárbaros invadissem a Europa, com consequências previsíveis. Hoje há aproximadamente 20 milhões de muçulmanos na Europa. A percentagem de muçulmanos na população da União Europeia dobrou entre 1995 e 2005.

Visite qualquer cidade grande da Europa ocidental e veja quem é que empurra carrinhos com dois ou três bebés. Não são as francesas, as suecas ou as alemãs. Em Amsterdão, Roterdão e Bruxelas, o nome de menino mais popular hoje é Mohammed (Maomé) — mas não é em honra do pugilista americano com o mesmo nome.

Os americanos acham giro rir dos europeus — fracos, sem fé e cobardes. Mas os Estados Unidos também estão a caminhar para o suicídio.

Para além da inauguração na Cidade de Nova Iorque da primeira escola pública para estudantes de língua árabe, do Ministério da Segurança Pública ter anunciado uma verba de 15.000 dólares para a Sociedade Islâmica de Baltimore, em Junho, o jornal The Detroit News noticiou que a Universidade de Michigan-Dearborn gastará 25.000 dólares para instalar “postos de lavagem de pés” no campus, para facilitar a prática religiosa dos muçulmanos. Ao que tudo indica, apesar da universidade ser uma instituição pública, esse caso não representou problema algum para os fanáticos que defendem a “separação entre igreja e Estado”. O interessante é que esse caso ocorre num momento em que os administradores de faculdades — tanto nas instituições públicas como privadas — estão ocupados a remover cruzes das capelas universitárias e a dar outros nomes às comemorações do Natal.

Recentemente, o Comité Democrático Nacional [do Partido Democrata, que tem alguma semelhança liberal com o PS] foi dirigido em oração pelo líder de mesquita Husham Al-Husainy, do Centro de Educação Islâmica Karbalaa, de Dearborn, Michigan. O líder rezou a Alá: “Guia-nos assim na vereda certa. A vereda do povo que tu abençoas, não a vereda do povo que tu condenas à destruição”. De acordo com o Corão, o islamismo é “a vereda do povo que tu abençoas”, enquanto as outras religiões são “a vereda do povo que tu condenas à destruição”. Os democratas, burros, nem perceberam que estavam a rezar pela sua própria conversão ao islamismo.

Para honrar os heróis do vôo 93 (os bravos passageiros que lutaram contra os sequestradores no 11 de Setembro de 2001), por lei do Congresso, o governo americano está criar um monumento nacional em forma do crescente islâmico [símbolo da meia lua], que se chama “The Crescent of Embrace” (O Crescente do Abraço). Embora o arquiteto que projectou essa monstruosidade multicultural sustente que não há nenhum simbolismo religioso, se ficarmos frente ao largo monumento, ficamos quase que exactamente em direcção a Meca. Tom Burnett Sr. — pai de um dos heróis do vôo 93 — diz que não permitirá que o nome do filho seja usado num memorial que incorpore a religião dos assassinos. Imagine a revolta que ocorreria se tivessem projectado um memorial da 2ª Guerra Mundial na forma de uma cruz suástica gigante.






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