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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

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27-SET-07 - Suicídio: A porta para escapar a uma vida cheia de problemas?

O Dr. James Dobson, psicólogo Cristão de fama internacional, diz:

…o aborto legal está a trazer como consequência a diminuição no número de jovens. Isso criará problemas enormes para nós daqui a alguns anos. À medida que um grande número de pessoas for chegando aos 50, 60 e 70 anos nos próximos anos, experimentaremos uma crise grave no fornecimento da assistência à saúde. Haverá menos trabalhadores jovens para sustentar essa multidão de gente que se reforma, sobrecarregando assim a geração mais jovem com uma pesada carga financeira.[1]

O Dr. Dobson mencionou como o Dr. C. Everett Koop, ex-Ministro da Saúde dos EUA, vê essa situação:

Considere a pressão que se acumulará sobre um homem de 40 anos que tem uma filha de 20 anos na faculdade e uma mãe de 60 anos com cancro. O homem será responsável por todas as contas médicas da sua mãe. Se a mãe precisar de quimioterapia e várias cirurgias durante o avanço da sua doença, ele perderá a sua casa própria e a sua filha terá de sair da faculdade. Mas a sua mãe não deixou de dar atenção a esse facto. Ela já se sente uma carga para a sua família, porém a sua doença agora ameaça levar a família à falência. Contudo, há uma solução! Se, num gesto de honra, ela sair da vida um pouco mais cedo, ela poderá proteger o bem-estar daqueles que ela ama. É desse modo que muitos na geração mais idosa sofrerão uma pressão irresistível para aceitar o suicídio com a ajuda de médicos.[2]

Nos EUA, o Estado do Oregon foi o primeiro a legalizar a eutanásia. Ali, os pobres e os vulneráveis têm acesso à assistência médica para cometer suicídio, mas ao mesmo tempo não têm acesso a muitos outros serviços médicos necessários. O Plano de Saúde do Oregon dá cobertura total ao suicídio com assistência médica, mas não dá cobertura adequada para o alívio de dores, etc. Em vez de ganharem mais opções durante uma fraqueza física, os pobres descobrem que têm opções mais limitadas, porque cuidar da sua saúde, nessas circunstâncias, custaria muito para a família e para o governo. Eles acabam por sentir, e com razão, que a vida deles é uma carga para os familiares. Eles procuram então sair do caminho dos outros da forma mais barata.

Um factor bastante revelador sobre o Oregon é que as pesquisas religiosas mostram que esse é o Estado americano em que a população vai menos à igreja. Na opinião dos defensores da eutanásia, é muito difícil uma pessoa que não crê em Deus aceitar a idéia de que a vida é sagrada.[3] Mas o problema maior hoje não é exatamente um ateísmo declarado, porém um humanismo bem camuflado. Humanismo é a idéia de que o próprio ser humano pode tomar as suas decisões, até mesmo decisões de vida ou morte, sem ter de consultar ou de se submeter a Deus. Ele pode até crer vagamente em Deus, mas obedece principalmente aos seus desejos e vontades humanas.

Em que é que os humanistas acreditam? É o que vamos ver a seguir nos seguintes trechos extraídos diretamente do documento Manifesto Humanista:


Manifesto Humanista II:

• Os humanistas crêem que o deísmo tradicional, principalmente fé num Deus que as pessoas acham que as ama e cuida delas, um Deus que as ouve e entende as suas orações, é algo fora de moda que não pode ser provado.

• Promessas de salvação eterna ou medo de um inferno eterno são ilusões prejudiciais que apenas distraem a nossa atenção das coisas importantes do presente, da nossa auto-realização…

• Para aumentar a liberdade e a dignidade humana, os indivíduos têm o direito de experimentar plena liberdade civil em todas as sociedades. Isso inclui reconhecer que os indivíduos têm o direito de morrer com dignidade e o direito à eutanásia e ao suicídio.[4]

• O direito ao controlo da natalidade, ao aborto e ao divórcio devem ser reconhecidos.[5]

Os humanistas acham que cada pessoa tem o direito de decidir moralmente o que é certo e errado para si, sem nenhuma interferência, até mesmo em questões de vida ou morte. Assim, o controlo da natalidade, o aborto e a eutanásia tornam-se direitos. Embora Deus tenha a sabedoria e a autoridade de decidir aspectos importantes da vida melhor do que os limitados seres humanos, eles não vêem razão por que as pessoas não podem decidir livremente nessas áreas. Eles também não reconhecem o valor bíblico e social de um casamento que dura até à morte dos cônjuges. Aliás, eles não vêem nada de errado em casais divorciarem-se, casais viverem juntos sem se casar, mulheres praticarem aborto e homossexuais "casarem-se”…

A noção de que cada pessoa tem a liberdade pessoal de decidir os seus próprios valores morais é um conceito basicamente socialista e é evidente na maior parte das tentativas de legalizar certas práticas como se fossem “direitos”: aborto, homossexualismo, pornografia, eutanásia, drogas… Para a mente humanista ou socialista, não há dificuldade de aprovar o suicídio para os idosos doentes, pois não faria sentido o governo gastar dinheiro com pessoas que nunca poderão contribuir economicamente para a sociedade.


Nova Era

Embora os humanistas (que afirmam não crer em Deus) pareçam ser a principal força por detrás das propagandas pró-eutanásia, há muitos “religiosos” envolvidos, principalmente os seguidores da Nova Era. De acordo com a jurista americana Constance Cumbey, os ecologistas e os adeptos da Nova Era, para acabar com o que eles chamam de explosão demográfica, defendem o aborto legal, o “controle da mortalidade” e a limitação forçada do tamanho das famílias através do controlo da natalidade.[6] A Dr.ª Constance mostra como eles entendem o “controle da mortalidade”:

Os adeptos da Nova Era apoiam as medidas legais e médicas para aplicar a eutanásia, matar os pacientes pela fome e retirar dos doentes os aparelhos que os mantêm vivos.[7]

Um aspecto desumano e cruel da sociedade moderna é que o meio ambiente tornou-se mais importante do que as próprias pessoas que foram criadas para dominar e usar a natureza. Isso tudo é conseqüência das idéias da Nova Era. Há mais preocupação com os derramamentos de petróleo, que ameaçam matar peixes, do que com a eutanásia, que ameaça matar seres humanos vulneráveis. Há mais preocupação com um ovo de águia do que com um bebé que sofre ameaça de aborto legal. Para “salvar” o que chamam de animais em extinção, alguns ecologistas estão dispostos a extinguir seres humanos inocentes.

Randall Baer, que foi um dos líderes mais destacados da Nova Era e hoje viaja extensivamente desmascarando esse movimento, diz:

Pelo facto de justificar vários tipos de assassinato, a filosofia da Nova Era abre as portas para o fanatismo nazi. Com base na filosofia da reencarnação e karma, a Nova Era consegue facilmente justificar o aborto, a eutanásia, a esterilização racial e até mesmo assassinatos. Essa filosofia diz que a alma é imortal. Portanto, a morte realmente não existe. O que acontece é que a alma passa por uma reciclagem antes de entrar num corpo em cada reencarnação. Metade da população mundial hoje acredita nessa filosofia.

No infame livro Out on a Limb, de Shirley MacLaine, o mestre dela, David, analisa o caso dos autocarros que sofreram um terrível acidente numa estrada nas montanhas do Peru e o possível sentido desses desastres. Ele responde: “Não há morte de verdade. Por isso, não há nenhuma vítima”. De acordo com essa filosofia, o sofrimento é uma ilusão, a morte é uma ilusão e as vítimas são uma ilusão. De acordo com essa definição, seja qual for a situação pela qual as pessoas passem, é tudo bom para elas.

Em relação ao aborto, por exemplo, a Nova Era dá várias desculpas para justificar esse acto de matar inocentes… Entre outras, essas desculpas incluem:

• Depois do aborto, a alma da criança poderá, através da reencarnação, ser reciclada e colocada no corpo de outro feto algum tempo mais tarde…

O que é mais perigoso e pervertido na Nova Era é que a sua filosofia dá desculpas totalmente lógicas para matar os inocentes e cometer todos os tipos de injustiça… A lógica dessa filosofia é que, por ser imortal e nunca morrer, a alma simplesmente fica a reencarnar-se…[8]

A Bíblia mostra bem claramente que depois da morte as pessoas terão de prestar contas a Deus: “Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus”. (Hebreus 9.27 BLH) Isso deveria ser suficiente para desanimar qualquer pecador de querer apressar para si mesmo ou para outros a ida para a eternidade. Contudo, os ensinos da Nova Era livram os seus seguidores desse grave incómodo na consciência: “O seguidor da Nova Era… antecipando mais reencarnações, tem menos dificuldade de aceitar a eutanásia activa quando uma existência terrena específica se torna incómoda demais…”[9]

O moderno movimento Nova Era, que hoje possui uma vasta rede de organizações, começou em 1875 com a fundação da Sociedade Teosófica da Sra. Helena Petrovna Blavatsky. Os seus seguidores criam na teoria da evolução e em espíritos guias.[10] “Antes de morrer em 1891, a Sra. Blavatsky escolheu a sua discípula britânica Annie Besant como sua sucessora. Besant, que havia sido uma anglicana devota antes de se encontrar com Blavatsky, tornou-se numa espírita dedicada depois. James Webb escreve: ‘A Sra. Besant passou por uma transformação extraordinária. Antes ela era esposa de um pastor anglicano, depois virou uma propagandista de controlo da natalidade e teosofia ¼.  Arthur Nethercot, que escreveu a biografia dela, disse que o modo rápido como a Sra. Blavatsky dominou a Sra. Besant indica algum elemento de lesbianismo no relacionamento’”.[11] De acordo com a Enciclopédia Britânica, Besant destacou-se por seu trabalho socialista.

O famoso escritor inglês Gilbert K. Chesterton comentou: “A Sra. Besant, num artigo interessante, anunciou que havia só uma religião no mundo, que todas as religiões eram somente versões ou deturpações dela e que ela estava bem preparada para dizer qual era. De acordo com a Sra. Besant, essa Igreja universal era simplesmente o eu”.[12] O pensamento de Besant, uma das pioneiras da Nova Era, revela um tipo de humanismo religioso. Enquanto os humanistas afirmam que Deus não existe, os adeptos da Nova Era acreditam que o eu, isto é, nós mesmos somos Deus! Tanto o humanismo quanto a Nova Era acabam por conduzir ao mesmo fim: o ser humano passa a ser o centro de tudo. Assim sendo, ele tem autoridade própria para controlar e decidir tudo.

Besant elogiava todas as religiões, como se todas fossem iguais. Assim ela elogiou Maomé: “É impossível para alguém que estuda a vida e o carácter do grande Profeta da Arábia, que sabe como ele ensinou e como ele viveu, não sentir reverência por esse Profeta poderoso, um dos grandes mensageiros do Supremo”.[13]

Besant escolheu trabalhar especialmente na Índia para daí promover a Nova Era para o mundo. Foi também na Índia, em 1953, que Margaret Sanger escolheu lançar a Federação Internacional de Planeamento Familiar, cuja directoria incluía pessoas com fortes ligações ao trabalho de Besant.[14] Porquê a escolha da Índia? Conforme a Sra. Blavatsky escreveu: “Os cristãos e os cientistas têm de ser obrigados a respeitar os seus superiores da Índia”.[15] Na verdade, ela respeitava muito o profundo espiritismo da religião hindu.

Margaret Sanger nunca deixou de elogiar o trabalho teosófico de Besant. Ela disse:

Quando foi julgada na Inglaterra em 1877 por publicar informações sobre contraceptivos, a Sra. Annie Besant disse sem rodeios: “Não tenho dúvida alguma de que se permitíssemos que a natureza agisse entre os seres humanos do mesmo modo como age no mundo animal, haveria resultados melhores. Entre os animais selvagens, os mais fracos ficam em situação difícil e os doentes perdem na corrida da vida. Os animais velhos, quando ficam fracos ou doentes, são mortos. Se as pessoas exigissem leis permitindo que os doentes morressem sem a ajuda da medicina ou da ciência, se os fracos fossem eliminados, se os velhos e inúteis fossem mortos, se deixássemos morrer de fome os incapazes de obter alimento para si mesmos, se tudo isso fosse feito, a luta pela existência entre as pessoas seria tão real quanto é entre os animais selvagens e sem dúvida alguma como consequência produziria uma raça mais elevada de seres humanos. Mas estamos dispostos a fazer isso ou a permitir que isso seja feito?”[16]


Eutanásia como suicídio
 
A maneira de pensar de Besant conduz diretamente à eutanásia, ainda que os ativistas da eutanásia de hoje não sejam tão ousados quanto ela a ponto de expor tão claramente as suas ideias. Eles preferem expressar-se de modo mais camuflado. Eles usam o seguinte argumento:

Os indivíduos têm o direito de cometer suicídio. Portanto, já que são autónomos e se governam a si mesmos, eles têm direito à assistência médica para se matar.[17]

Se realmente cressem na plena autonomia, os defensores da eutanásia apoiariam a assistência ao suicídio para todos, até mesmo para pessoas totalmente saudáveis. Mas o que a realidade mostra é que eles apoiam (pelo menos publicamente) o suicídio assistido apenas para os doentes terminais, os deficientes ou dependentes.

A defesa de um direito de morrer para os fracos e dependentes, mas não para os jovens e saudáveis, reflecte a prontidão dos defensores da eutanásia em abandonar aqueles que estão em necessidade (não respeito pela autonomia) e ignora o grito de socorro que um pedido de suicídio representa.[18]

A pergunta mais importante que devemos fazer em relação à eutanásia é: Quem é dono do nosso corpo? Somos nós? “Será que vocês não sabem que o corpo é o templo do Espírito Santo, que vive em vós mesmos e foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vós mesmos, pois Deus comprou-vos e pagou o preço. Portanto, usem os vossos corpos para a glória dele”. (1 Coríntios 6.19-20 BLH)

Agostinho, grande líder cristão do quarto século, escreveu:

Os cristãos não têm autoridade de cometer suicídio em circunstância alguma. É importante observarmos que em nenhuma parte da Bíblia Sagrada há mandamento ou permissão para cometer suicídio com a finalidade de garantir a imortalidade ou para evitar ou escapar de algum mal. Aliás, temos de compreender que o mandamento “Não matarás” (Êxodo 20.13) proíbe matar a nós mesmos…[19]

A Bíblia menciona vários casos de suicídio, sem fazer nenhum comentário directo. A posição cristã contra o suicídio tem origem não nesses incidentes, mas no ensinamento bíblico geral de que quem dá a vida é Deus. O indivíduo que comete suicídio, então, está a assassinar a vida que Deus lhe deu.

Todos os suicídios que a Bíblia regista são casos de indivíduos que de alguma forma se afastaram de Deus: Abimeleque (Juízes 9.50-55), Saul (1 Samuel 31.1-6; 1 Crónicas 10.1-14), Aquitofel (2 Samuel 17.23), Zimri (1 Reis 16.15-20) e Judas (Mateus 27.5; Actos 1.18). Não é possível incluir aqui o caso de Sansão, pois o plano principal dele não era tirar a própria vida, mas matar os seus inimigos, ainda que isso significasse morrer junto com eles.

Tudo indica que Abimeleque, Saul, Aquitofel, Zimri e Judas cometeram suicídio para escapar ao sofrimento e, no final, foram para um lugar de sofrimento muito maior: o inferno.


Compromisso com Deus diminui risco de suicídio e morte

O suicídio é uma decisão que, depois de cumprida, não deixa espaço algum para o regresso e o arrependimento. É importante lembrar que, por maiores que sejam os problemas pessoais, por maior que seja o sofrimento físico, enquanto a pessoa está viva ela pode clamar a Deus e receber uma resposta. Deus promete que quando O invocamos com sinceridade e persistência, Ele nos responderá e estará conosco nas horas de aflição (cf. Salmo 91.15). Ele quer trazer a cura miraculosa de que precisamos, mas ainda que não consigamos tomar posse dela aqui, Jesus promete estar com os Seus seguidores fiéis até o fim, até mesmo nos piores sofrimentos (cf. Mateus 28:20). É melhor entregar-se a Ele em fé, do que entregar-se aideias de suicídio.

Até mesmo estudos seculares mostram que a pessoa que se apega a Deus tem maior protecção emocional contra pensamentos de suicídio. O Dr. Paul Vitz diz:

O compromisso religioso reduz a probabilidade de suicídio. Um estudo de grande escala (Comstock & Partridge, 1972) constatou que aqueles que não frequentavam uma igreja tinham uma inclinação ao suicídio dez vezes maior do que aqueles que frequentavam. Doze estudos mais recentes têm demonstrado que um compromisso religioso reduz muito a tendência comportamental de ver o suicídio como uma saída dos problemas. Os que tinham um compromisso religioso experimentaram menos impulsos suícidas (Minear & Brush, 1980-81; Paykel e outros, 1974) e atitudes mais críticas para com o suicídio (Bascue e outros, 1983; Hoelter, 1979). Além do mais, a nível nacional nos EUA as taxas de suicídio estão ligadas a uma redução na frequência à igreja (Martin, 1984; Stack, 1983a: Stark e outros, 1983). Esse único factor é um indicador mais eficaz para indicar taxas de suicídio do que factores tais como o desemprego (Stack, 1983a).[20]

Uma pesquisa americana afirma:

Não só é verdade que a família que ora unida permanece unida, mas a família, ou pessoa, que ora vive mais — ponto final. Ouvir o Evangelho na igreja pode significar boas notícias, de um modo diferente, para quem frequenta uma igreja: um novo estudo constatou que quem vai à igreja tem menos risco de morrer. Escrevendo no boletim Demography, Robert A. Hummer, Richard G. Rogers, Charles B. Nam e Christopher G. Ellison observam que uma longa linha de estudos associa a vida religiosa à saúde mental e física. Tal caso é realidade mesmo quando se leva em consideração factores como diferenças de comportamento entre quem vai e não vai à igreja (por exemplo, quem vai à igreja tem menos inclinação de se envolver em drogas, álcool ou em conduta sexual de alto risco). O estudo em questão usou dados do arquivo Pesquisa do Instituto Nacional de Saúde National Health Institute Survey and the Multiple Cause of Death para examinar a conexão entre frequência a uma igreja e mortalidade numa amostra de 21.204 adultos.[21]

Notas:

[1] Adaptado de: Dr. James Dobson, Children At Risk (Word Publishing: Dallas-EUA, 1990), p. 81.
[2] Idem.
[3] HLI Reports (HLI: Front Royal-EUA, fevereiro de 2000), p. 16.
[4] James Sedlak, Parent Power!! (Publicado pelo autor: Nova Iorque, 1992), p. 95,96,98.
[5] Idem, p. 97.
[6] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1983), p. 56,190.
[7] Idem, p. 119.
[8] Randall N. Baer, Inside the New Age Nightmare (Huntington House, Inc.: Lafayette-EUA, 1989), pp. 166,167.
[9] The Howard Center/The Religion & Society Report/October 1990 Vol. 7, No.10.
[10] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc: Lafayette-EUA, 1983), p. 44
[11] Lively/Abrams, Homosexuality in the Nazi Party. Lively Communications, Inc., Box 5271, Salem, OR 97304.
[12] Gilbert K. Chesterton, Ortodoxy (Dod, Mead & Company: Nova Iorque-EUA, 1908).
[13] Annie Besant, The Life And Teachings of Muhammad, Madras, 1932, p. 4.
[14] Veja: Katharine O'Keefe, American Eugenics Society 1922-1994 (Copyright February 3, 1993 by Katharine O'Keefe).
[15] Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (Huntington House, Inc: Lafayette-EUA, 1983), p. 44
[16] Margaret Sanger, Woman and the New Race (Brentano: Nova Iorque-EUA, 1920).
[17]Teresa R. Wagner, To Care or To Kill (Family Reserch Council: Washington, D.C., 1999), p. 11.

[18] Teresa R. Wagner, To Care or To Kill (Family Reserch Council: Washington, D.C., 1999), p. 11.
[19] Dr. Brian Clowes, The Facts of Life (HLI: Front Royal-EUA, 1997), p. 122.
[20] Paul Vitz, A Preferential Option for the Family: Political and Religious Responses, Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, IL, EUA, junho de 1998), p. 4.
[21] “Go to Church, Live Longer”, pesquisa publicada em Family in America (The Howard Center for Family, Religion & Society: Rockford, IL, EUA, agosto de 1999), p. 1 (encarte new research).

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