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Servindo entusiasticamente,
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03-10-2020 - Ex-muçulmanas tornam-se missionárias e distribuem 20.000 Bíblias no Irão

 Maryam e Marziyeh

 

     Maryam e Marziyeh trabalharam clandestinamente e iniciaram estudos bíblicos entre mulheres, antes de serem presas por oito meses.

     A história das amigas Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh está contada num livro sob o título "Captive in Iran" (Cativas no Irão), publicado em 2013. Nele, elas relatam as experiências que tiveram na sua jornada missionária, no Irão.

     Ex-muçulmanas, elas revelaram em entrevista na Igreja HTB em Londres, Inglaterra, que as autoridades iranianas proibiram-nas de dar testemunho da sua fé Cristã, mas em três anos conseguiram colocar, secretamente, 20.000 Bíblias nas mãos dos seus compatriotas, além de iniciarem estudos bíblicos entre mulheres.

     Quando descobertas, as duas missionárias foram presas por 259 dias na notória prisão de Evin, em Teerão, capital do Irão, um lugar onde os presos são rotineiramente torturados e as execuções são comuns.

     Diante de interrogatórios cruéis, perseguição e sentença de morte, Maryam e Marziyeh transformaram as alas da prisão em igrejas, estendendo a mão a soldados, prostitutas e outros detidos políticos.

     Elas escolheram dar o passo radical - e perigoso - de testemunhar da sua fé dentro dos próprios muros da fortaleza do governo que deveria silenciá-las.

 

Prisioneiras

     Maryam fala sobre o tempo de prisão: "Um dia é como um ano. Há dias que não se consegue respirar porque não se sabe o que acontecerá no dia seguinte."

     “Quando as pessoas experimentam viver na prisão de Evin, nunca mais são as mesmas. O stress é demais”, conta.

     “Não podemos ser as mesmas pessoas. Não podemos ser tão felizes como antes. Não gostamos de atividades como pessoas normais, porque pensamos o tempo todo naqueles que ainda estão lá", diz.

     Após a prisão em 2009, elas foram transferidas para uma cela de mulheres na prisão de Evin, onde foram forçadas a dormir no chão numa sala com 30 a 40 outros presos.

     Elas contam que havia apenas uma pequena janela sem vista e que a temperatura estava sufocante no verão e congelada no inverno. As luzes foram mantidas acesas a noite toda, enquanto uma televisão explodia incessantemente a propaganda do estado.

     Elas dizem que lhes foram negados tratamento médico por causa da sua fé e que eram vistas como "infiéis sujas".

     "Eles trataram-nos como animais", relata Marziyeh.

 

Confissões forçadas

     Maryam e Marziyeh também passaram 40 dias  num prédio para interrogatórios, onde foram solicitadas repetidamente que negassem a sua fé Cristã, enquanto os interrogadores exigiram os nomes das pessoas que haviam frequentado os seus estudos bíblicos e pediram que assinassem confissões forçadas.

     "Se não nos der as informações de que precisamos, bateremos em si até vomitar sangue", disseram eles.

     Tais demandas por confissões são frequentemente relatadas por Cristãos nas prisões Iranianas, como nos casos de Mohammed Ali Torabi, 39, que foi libertado recentemente sob fiança, e Abdol-Ali Pourmand, que permanece na prisão em Ahvaz, capital do Khuzestan ocidental do Irão. 

 

Vida em Cristo

     Maryam e Marziyeh nasceram em famílias muçulmanas no Irão. Elas conheceram-se enquanto estudavam teologia Cristã na Turquia em 2005 e perceberam que haviam se tornado Cristãs mais ou menos na mesma época, seis anos antes.

     Elas decidiram unir forças, e voltaram ao Irão, onde começaram um programa de alcance missionário. Nos dois anos seguintes, elas distribuíram o Novo Testamento em Teerão e em outras cidades.

     Elas começaram dois estudos bíblicos no seu apartamento, um para jovens e outro para prostitutas.

     Elas estenderam o seu ministério com viagens missionárias à Índia, Coreia do Sul e Turquia.

     Em 2009, Maryam e Marziyeh foram presas em Teerão por promoverem o Cristianismo - um crime capital no Irão - e presas por oito meses. As acusações oficiais que receberam foram apostasia, atividade antigovernamental e blasfémia pelas quais foram condenadas à execução por enforcamento.

     Muitos em todo o mundo oraram pela sua liberdade e, como resultado da pressão internacional, Maryam e Marziyeh foram libertadas em 2009, tendo ficado livres de todas as acusações no ano seguinte.

     Elas consideram uma honra ter experimentado um pouco do sofrimento de Cristo por terem estado presas em Seu nome. Após a sua libertação, elas emigraram para os Estados Unidos.

- in Guiame

 

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