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15-11-2019 - Jovem arrepende-se e diz que médicos ajudaram a destruir sua saúde ao tentar virar homem

Sydney Wright

 

     “Se a terapeuta tivesse ido mais devagar e sido mais cuidadosa, ela teria percebido que eu não era realmente trans”, lamenta Sydney Wright.

     Um relato sobre a transição de uma jovem para mudar de sexo ganhou destaque nas redes sociais, após a experiência sido compartilhada por Sydney Wright no The Daily Signal.

     De uma jovem saudável, ela relata ter se tornado um “homem transgénero” doente, com inicio de diabetes e obesidade. No seu relato conta que não consegue ficar em paz com o que fez.

     “Não consigo ficar em paz com o que fiz a mim mesma nos últimos dois anos, muito menos com a ‘ajuda’ que alguns profissionais da saúde me deram”, lamenta.

     Ela narra que há dois anos, antes de tentar mudar de sexo, era uma menina linda e saudável, perto de se terminar no ensino secundário, até ter sido influenciada pela Ideologia de Género.

     “Não vou culpar apenas os profissionais da saúde, porque eu deveria ter adivinhado. Mas eles certamente me ajudaram a fazer mal a mim mesma — e ganharam muito dinheiro fazendo isso”, conta.

     Desde a infância, segundo sua narrativa, ela diz que se sentia diferente das outras meninas, inclusive usando roupas de menino e brincando com brinquedos de menino.

     “Eu era a clássica menina travessa'”, diz ao afirmar que à medida que crescia, começou a ter interesse por pessoas do mesmo sexo. Wright conta que na época não dava para perceber, pois ela tinha a aparência e o comportamento de menina.

“Eu sabia que era gay — embora eu fosse uma gay cheia de ódio por mim mesma. A verdade é que eu não gostava de gays e não queria ser associada a eles”, relata.

Com 17 anos, conta que os seus pais se separaram e ela ficou a morar com o pai, mas que ele ao descobrir que ela estava namorando com meninas, acabou por a expulsar de casa.

“Ele imediatamente me expulsou de casa, dizendo que ou eu mudava ou saía. Sem muita escolha, fui morar com a minha mãe”, disse.

Pouco depois do ocorrido, ela cortou os cabelos e com 18 anos iniciou a transição para virar um “homem transgénero”, o que irritou os seus pais.

Ela conta que começou a pesquisar sobre o assunto, mas na época não encontrou nada negativo. Não havia nenhum artigo sobre pessoas que tentaram mudar de sexo e se arrependeram.

“Infelizmente, eu não achei nenhum artigo sobre o arrependimento dos transgéneros ou sobre os graves problemas de saúde decorrentes da transição”, lamenta.

Sydney Wright conta que após cinco horas de terapia, conseguiu uma carta de recomendação para iniciar a transição, além de mudar os documentos para o sexo masculino.

“Se a terapeuta tivesse ido mais devagar e sido mais cuidadosa, ela teria percebido que eu não era realmente trans”, lamenta.

Em uma consulta rápida, sem sequer conferir a documentação que recomendava a transição, um médico deu-lhe as receitas e ensinou como ela deveria aplicar os remédios.

A jovem conta que então passou a sofrer e as hormonas masculinas começaram a fazer-lhe muito mal, apesar de o médico lhe garantir que estava tudo bem.

“O médico responsável pela minha transição disse para eu não me preocupar, mas achei melhor consultar outro médico e obter uma segunda opinião”, conta.

O outro médico disse que ela corria o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um derrame, além do seu excesso de peso lhe trazer problemas para a saúde, o que começou a gerar nela arrependimento.

A jovem decidiu interromper com aquilo ao se dar conta do sofrimento por que seus familiares estavam a passar.

Ela conta que o pedido do avô para que ela parasse a comoveu.

- in Gospel Prime

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