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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

Sermões e Estudos

José Carvalho
Hoje

Sermão proferido por José Carvalho em 13 de outubro de 2019

Jonas Pinho
A solidão do desespero

Sermão proferido por Jonas Pinho em 06 de outubro de 2019

Dário Botas
Seminário, ou Igreja?

Sermão proferido por Dário Botas em 29 de setembro de 2019

Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 2:20 em 09 de outubro de 2019

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13-11-07 - A Igreja em Quinta do Conde no jornal "O Primeiro de Janeiro"

carjo.jpg"A mensagem que pretendemos transmitir é que a igreja por si só não salva. O único salvador não é uma igreja, mas sim uma pessoa: Jesus Cristo. E porque Jesus é que salva, e Ele que nós anunciamos e é Ele que queremos apresentar como a nossa bandeira", explicaram Carlos Oliveira e José Carvalho, pastores d'A Igreja em Quinta do Conde, em entrevista ao jornal "O Primeiro de Janeiro".

Normalmente, as pessoas têm a tendência para fazer alguns juízos sobre a nossa génese e aquilo que procurámos fazer foi encontrar um nome que, por um lado, permitisse responder ao que as pessoas questionam e, por outro lado, salvaguardasse a verdade bíblica.

Quando é que «A Igreja em Quinta do Conde» foi criada e que avaliação faz do trabalho realizado pela instituição na difusão da fé cristã?

A nossa igreja nasceu na freguesia da Amora, concelho do Seixal, e as primeiras reuniões, realizadas na casa gentilmente disponibilizada pelo casal crente, Manuel e Paula Gomes, tiveram lugar a partir do primeiro sábado de Janeiro de 1985. Decorridos três meses, mais precisamente no dia 30 de Março de 1985, começámos a reunir publicamente num espaço alugado na Rua Maria Archer, onde permanecemos durante cinco anos. Em 1990, a deslocação do casal Gomes para a freguesia da Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, deu origem a um novo trabalho nessa localidade, que começámos a desenvolver como uma forma de extensão da obra iniciada na igreja em Amora. O crescimento do grupo fez com que também nesta freguesia, concretamente em Pinhal do General, alugássemos um espaço para efectuarmos as nossas reuniões.

Durante algum tempo reunimos, em simultâneo, na Amora e na Quinta do Conde, no entanto, por motivos de vária ordem, nomeadamente pela oportunidade que surgiu de alugarmos o espaço onde actualmente nos encontramos sedeados, decidimos concentrar a nossa igreja neste local. Esta decisão contou com o apoio de todos os crentes e foi, então, dessa forma que nos implementámos em Quinta do Conde.

No que se refere ao trabalho realizado pela instituição na difusão da fé cristã, o balanço é bastante positivo, mas convém salvaguardar que esta avaliação é muito relativa, pois quem pesa com conta, peso e medida é o nosso Deus e, de facto, é Ele que poderá avaliar com perfeição a nossa obra. 

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«A Igreja em Quinta do Conde» é uma denominação pouco vulgar. Como é que este nome surge?

De facto, o nome da nossa igreja tem suscitado alguma curiosidade junto da população. Entendemos que o nome escolhido deveria traduzir os ensinamentos da Bíblia, partindo do princípio de que deveríamos ser reconhecidos pela localidade onde estamos inseridos e não por nenhum título denominacional.

Normalmente, as pessoas têm a tendência para fazer alguns juízos sobre a nossa génese e aquilo que procurámos fazer foi encontrar um nome que, por um lado, permitisse responder ao que as pessoas questionam e, por outro lado, salvaguardasse a verdade bíblica.

Como a Bíblia diz: «...o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus e, qualquer que profere o nome de Cristo, aparte-se da iniquidade». É este o nome que a Bíblia recomenda que seja proferido e é este o nome que proferimos - Cristo. Trata-se de um nome tão grande que não deixa espaço para qualquer outro nome. «Nós pregamos Cristo...». Não nos pregamos a nós mesmos. Que importaria o nosso nome a quem quer que seja? Nós somos pecadores. Mas, o nome de Cristo importa-nos a todos. É por Ele, e apenas por Ele, que podemos ser salvos, e é por isso que O anunciamos com exclusividade.

Não somos uma religião no sentido tradicional do termo, visto não praticarmos ritos nem cerimoniais, nem crermos que a salvação se obtenha por boas obras efectuadas pelo ser humano, mas tão somente por meio da fé na obra expiatória realizada pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário.

Para efeitos legais, e seguindo o modelo bíblico, a igreja tem apenas o nome da localidade onde está inserida: «A Igreja em Quinta do Conde». Aliás, era assim que as igrejas, no princípio, eram conhecidas. Lemos na Bíblia acerca da Igreja em Roma, da Igreja em Corinto, da Igreja em Filipos, da Igreja em Colossos, da Igreja em Tessalónica, entre outras. A igreja é só uma. A atribuição de nomes denominacionais é sectarismo.  

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De que forma têm estendido a vossa actividade junto da comunidade onde se encontram implementados?

A nossa grande divulgação é feita pelas nossas vidas, nomeadamente através do contacto que temos no dia-a-dia com as pessoas que nos rodeiam, desde os nossos familiares até aos nossos colegas de trabalho e à própria sociedade onde nos inserimos.

Temos também difundido a nossa fé cristã através da página da igreja na Internet - http://www.iqc.pt - que disponibiliza toda a informação sobre quem somos e quais os princípios orientadores da nossa doutrina. Para além disso, temos estendido a nossa actividade através da divulgação de literatura e de acções públicas que realizamos, nomeadamente com a juventude.

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Como é que caracteriza o culto praticado n’A Igreja em Quinta do Conde?

A abordagem que «A Igreja em Quinta do Conde» faz à Bíblia é, em algumas matérias, diferente da abordagem feita em outras denominações e, sem querermos fazer qualquer tipo de juízo, há crentes que pensam que a Bíblia é semelhante a uma longa estrada, sem sinais, que se inicia no livro do Génesis e se percorre até chegar ao livro do Apocalipse. Nós, pelo contrário, entendemos que a Bíblia, simbolicamente retratada como uma longa estrada, está repleta de sinais que devem ser respeitados. Por exemplo, nas suas epístolas, o apóstolo Paulo quando fala sobre a pregação do Evangelho, aquilo que faz é sempre anunciar a uma pessoa, ao Senhor Jesus Cristo, e não a uma ideia ou a uma igreja. Aliás, os vários testemunhos ao longo do livro dos actos dos apóstolos e da Bíblia anunciam a Jesus e esse é, igualmente, o nosso fio condutor: anunciar ao Senhor. No entanto ressalte-se que o apóstolo Paulo fala em pregar Jesus Cristo segundo a revelação do mistério, o que significa pregar Jesus Cristo segundo a revelação de um segredo que Deus tinha escondido e que só a seu tempo resolveu revelar. E esse segredo estava escondido mesmo enquanto Jesus Cristo esteve na Terra, porque o Senhor Jesus Cristo, na terra, ministrou a um povo terreno, a nação de Israel, que tinha, para além das necessidades terrenas, necessidades físicas e materiais. Sabemos, no entanto, que a nação de Israel rejeitou o seu Messias e quando rejeitaram o Senhor, Ele suspendeu o programa com esse povo que, de acordo com as profecias, será reatado no futuro, mas enquanto isso não acontece, Jesus Cristo resolveu, quando tudo indicava que deveria julgar o mundo inteiro, dar uma oportunidade a todos, levantando um apóstolo novo – o apóstolo Paulo –, dando-lhe revelações do Céu para formar um povo celestial: a Igreja. No fundo, é muito importante entender as diferenças entre a compreensão da pregação de Jesus Cristo segundo a revelação do mistério e a compreensão da pregação de Jesus Cristo sob qualquer outra orientação.

Na nossa igreja a palavra de Deus é pregada com entusiasmo e alegria, sem qualquer tipo de histerismo. Pode dizer-se que é uma mistura entre a sobriedade e a exuberância exagerada, portanto, na nossa óptica é um culto vivo, mas equilibrado.

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A Igreja Evangélica tem vindo a ganhar notoriedade junto da sociedade portuguesa que é, na sua esmagadora maioria, seguidora da Igreja Católica. Quais as principais diferenças existentes entre estas duas Igrejas?

As diferenças existentes entre a Igreja Católica e a Igreja Evangélica são muito grandes e inúmeras, sendo a principal referente à questão da salvação. E sobre essa matéria, aprendemos através das Escrituras que quem crê em Jesus Cristo, tem a vida eterna!

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Para terminar, até que ponto considera que a religião poderá funcionar como uma força de aproximação entre as diferentes culturas no mundo?

No que diz respeito à etimologia da palavra «religião», pode dizer-se que é boa porque se refere ao religar, isto é, o Homem está desligado de Deus e o Senhor procura religar a si próprio e isto é o que na realidade o Evangelho faz, religar o Homem a Deus. No entanto, na prática e de um modo geral, não é esta a vivência que as pessoas têm da religião.

Jesus falou sobre a unidade dos cristãos, mas falou de uma unidade vital e não de uma unidade organizacional. E, na prática, o ecumenismo trata-se da procura de uma unidade organizacional e não vital. A própria palavra de Deus admite vários estágios de compreensão da Bíblia, ou seja, nem todos os crentes compreendem tudo da mesma forma. A diferença que existe entre os crentes é compreensível e o facto de termos estágios de compreensão diferentes não impede que vivamos em comunhão. Os laços que nos unem são laços vitais, de vida eterna, e Jesus fala sobre esta união como um corpo e, enquanto Igreja somos um grande corpo que tem os seus membros unidos por vida, neste caso vida espiritual, vida eterna.

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

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