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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

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José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

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07-09-2018 - “Jesus é nosso Senhor e não pode ser tirado de nós”, dizem cristãs iranianas perseguidas

Iran 2014 0210100013

 

     Um evento sobre liberdade religiosa organizado pelo Departamento de Estado nos EUA permitiu a duas cristãs iranianas expressar a angústia e sofrimento aos quais os seguidores do Senhor Jesus Cristo são submetidos no seu país.

     No discurso, elas salientaram ser urgente que o mundo ouça os gritos do povo iraniano sobre liberdade religiosa. Ao longo do seu discurso, relataram a sua própria provação de serem presas por causa da sua fé.

     Em observações feitas diante de centenas de pessoas reunidas numa sessão plenária na tarde da última quarta-feira, 01 de agosto, Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh explicaram como o Senhor Jesus Cristo as sustentou e interviu milagrosamente quando foram presas.

      De acordo com informações do portal The Christian Post, as duas nasceram em famílias muçulmanas e se tornaram cristãs quando jovens, mas conheceram-sena Turquia quando estudavam a Bíblia em 2005.

     Em 2009 elas foram presas pelo regime iraniano por causa de sua fé cristã e passaram 259 dias numa das mais notórias prisões do país. Submetidas a interrogatórios diários e tortura mental, foram acusadas ​​de terem cometido várias ofensas, como apostasia, blasfémia e a divulgação do cristianismo no Irão.

     No processo, ambas foram condenadas à execução por enforcamento. Durante a sua provação, as autoridades iranianas também rotineiramente ameaçavam as suas vidas e as vidas das suas famílias, a fim de pressioná-los a se retratarem da sua fé, mas elas recusaram.

     “Como o Islão é a única religião oficial no Irão, as autoridades do governo proíbem que outras minorias religiosas pratiquem a sua fé”, disse Amirizadeh, observando que a perseguição contra os cristãos vem aumentando nos últimos anos.

     Homens e mulheres que deixam o islamismo por se converterem à fé cristã são considerados “infiéis” e “sujos”, descreve ela, e tais indivíduos frequentemente enfrentam a pena de morte e vários tipos de tortura. Ela e Rostampour foram maltratadas na prisão, não foram autorizados a usar certas instalações dentro da penitenciária e os médicos não lhes deram medicamentos.

     Durante o período em que ficaram presas, foram coagidas a participar de orações islâmicas e não tiveram acesso a exemplares da Bíblia. Enquanto estavam na prisão, também viram os guardas da prisão abusando e batendo fisicamente nos outros. “A única coisa que nos ajudou a permanecer na nossa fé foi o nosso relacionamento pessoal com o Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus que temos experimentado nas nossas vidas. Nós dissemos-lhes muitas vezes que Jesus é nosso Senhor e que eles não podem tirá-lo de nós”, frisou Amirizadeh.

     Maryam acrescentou: “Acreditamos que estamos vivas hoje por causa do poder do Senhor”.

     O governo iraniano teve que libertar as duas amigas após pressão internacional significativa de outros governos, ministérios cristãos e grupos de defesa da liberdade religiosa. No entanto, pouco antes de serem libertadas, os agentes do Srviço de Informações ameaçavam e diziam que não podiam garantir a sua segurança, citando nomes de pastores que foram mortos secretamente depois de serem libertados da prisão.

     “Algumas das ameaças eram: "vais morrer num acidente’ ou ‘a tua casa pode pegar fogo'”, contaram as cristãs Rostampour e Amirizadeh, que foram forçadas a deixar o Irã oem 2010.

     Essas experiências angustiantes e as numerosas outras injustiças ocorridas no Irão são contadas por elas no livro que escreveram em cativeiro, chamado Captive in Iran: A Remarkable True Story of Hope and Triumph amid the Horror of Tehran’s Brutal Evin Prison (“Cativas no Irão: Uma História Notável e Verdadeira de Esperança e Triunfo no meio do Terror da Prisão Brutal de Evin, em Teerão“).

     “Centenas de cristãos foram presos por autoridades iranianas e acusados ​​de perturbar a segurança nacional por serem cristãos e participar de igrejas domésticas, recebendo sentenças de prisão de 2 a 10 anos”, explicou Rostampour. Apesar dessas pressões, o cristianismo está a espalhar-se no Irão e a maioria dos iranianos está cansada do seu governo atual, considerando-o corrupto e opressor, continuou ela.

     “A nossa esperança e oração para o nosso país é que um dia o Irão seja um país livre, democrático”, disse, sob aplausos. “Esperamos um dia em que todas as minorias religiosas se possam reunir em paz sem ter medo de ser assediadas, presas, torturadas ou mortas pelo governo”, concluiu, apelando à comunidade internacional para que ouça as vozes clamando por liberdade no Irão.

- in Gospel +

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