07-05-10 - Inglaterra vive una espécie de "guerra ao Cristianismo"
Tanto a rainha Isabel II como os monarcas que a antecederam, no acto da sua coroação, prometeram manter as leis de Deus e a profissão do Evangelho. Mas a Inglaterra de hoje está em guerra com o Evangelho. Os Cristãos que levam a sua fé para o local de trabalho correm o risco de ser demitidos. O governo está a promover uma campanha agressiva a favor dos homossexuais, enquanto ameaça criminalizar a prática e o discurso cristãos.George Hargreaves é um político e activista cristão. "A Inglaterra está constituída como um país Cristão. Gostem ou não os ateus, diariamente faz-se oração no Parlamento. A rainha é o chefe da Igreja da Inglaterra e deve reconhecer a soberania de Deus sobre a nação. Estas coisas estão escritas, não só na nossa cultura, mas na nossa Constituição ", disse Hargreaves.
Em resposta, organizações como “Interesse Cristão pela nação", mobilizaram-se. A sua directora, Andrea Minichiello Williams, avisa que se os Cristãos não fizerem alguma coisa, o país chegará a condenar a prática do Cristianismo em público.
"Há um movimento massivo do sector secular para privatizar a religião. Pode-se ter fé, desde que ela não afecte no trabalho, desde que ela não seja trazida para o local de trabalho. Basta mantê-la em privado, não pode ser pública. Ela não deve afectar o que se faz em público", explica Andrea.
Kuabena Peat é um cristão que foi forçado a participar num treinamento de consciencialização gay ensinado por uma lésbica. "Uma das coisas que ela disse foi questionar: o que o faz pensar que ser heterossexual é natural ...? Nesse momento, eu fui-me embora.”
Peat escreveu uma carta à instrutora explicando o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade e que Deus também a amava a ela. Foi logo suspenso. "Eles disseram que a minha carta constituía assédio e intimidação", diz ele.
Casos como este repetem-se várias vezes. Médicos, enfermeiros, pais adoptivos, são considerados inadaptados por causa das suas crenças Cristãs. Pede-se-lhes que não mencionem Deus no seu trabalho, ou serão punidos por ofenderem os homossexuais ou os muçulmanos.
Agora o Governo quer aprovar um novo projecto de igualdade que force as igrejas a contratar homossexuais e transexuais.
O advogado Paul Diamond tem sido bem sucedido no tribunal na luta contra a discriminação aos Cristãos. "No Reino Unido, a agenda homossexual é militante. Cristãos foram presos, detidos por crimes de ódio, e foram-lhes suspensas bolsas de estudo. Há agressões constantes", diz Diamond.
Um programa da BBC interpretou um Cristão violento a decapitar uma muçulmana. Além disso a televisão estatal também atribuiu a um muçulmano a responsabilidade de toda a programação religiosa.
O Islão continua a ter vantagem, principalmente porque o governo e os media lhe dão quase um estatuto de protecção, enquanto praticamente perseguem o Cristianismo, a sua própria religião do estado.
Muitos crêem que o arquitecto da nova cultura anti-cristã, foi o ex-primeiro-ministro Tony Blair.
Ambos Minichello como Diamond fizeram a mesma advertência aos Cristãos Americanos: 'qualquer legislação anti-vida ou crimes de ódio, sob a administração Obama podem corroer as bases cristãs da nação."
Minichello crê que esta situação, com o presidente Obama, venha a liberalizar as leis nos E.U.A.. "Obama faz lembrar aos Britânicos Tony Blair. Encantador, persuasivo, convincente, com aparência de moderação mas, derrubando logo a seguir todos os valores judaico-cristãos, enquanto diz ser Cristão. Nós sabemos o que vai acontecer nos E.U.A.. Sabemos que os 40 por cento de assistência nas igrejas cairá para os 20 por cento. Quando os governos federal e estadual começarem a impedir a crítica à homossexualidade, os crimes de ódio aplicar-se-ão aos Cristãos ", disse Diamond.
Alguns estimam que só sejam precisos 10 anos para se minar quase por completo a herança Cristã do Reino Unido. Algo que parece difícil de restaurar, a não ser que haja um movimento súbito de Deus. Oremos nesse sentido.




