Diagnóstico e receita para a cura do problema do homem

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     Não há muitos anos, as crianças ficavam radiantes quando as levavam aos portos para assistir à chegada dos grandes navios. Hoje, não ligam importância a helicópteros nem a aviões a jato. Nós, que outrora nos maravilhávamos com o telégrafo, encaramos com naturalidade o milagre da televisão e Internet, que é muito maior. Não há muito tempo, muitas das doenças físicas do homem eram classificadas de incuráveis e sem esperança. Hoje, temos medicamentos tão eficazes que muitas doenças milenárias se vão tornando raras. Realizámos muito, disso não há dúvida nenhuma.

     Mas, com todo este progresso, o homem não resolveu o problema básico da raça humana. Podemos construir edifícios mais altos, navios mais velozes, pontes mais compridas - mas continuamos incapazes de nos governarmos a nós mesmos ou de viver juntos em igualdade e paz!

      Podemos criar vastas e novas escolas de arte e de música, podemos descobrir vitaminas novas e melhores, mas nada há de novo acerca dos nossos problemas. São os mesmos velhos problemas que o homem sempre tem tido; simplesmente, parecem maiores e mais frequentes. Podem sobrevir-nos de novas maneiras, podem parecer causar dor mais excruciante, angústica mais profunda; mas, fundamentalmente, estamos enfrentando as mesmas tentações, as mesmas provações, que a humanidade sempre teve de enfrentar.

     Desde aquele momento trágico, no Jardim do Éden, quando o homem rejeitou a vontade de Deus para seguir a sua, o homem tem sido perseguido pelos mesmos problemas. A sua causa vem assinalada no primeiro capítulo de Génesis. As terríveis condições que os produziram vêm relatadas no primeiro capítulo de Romanos. E o Evangelho de Jesus Cristo dá-nos o remédio para eles.  

     É a natureza depravada e pecaminosa do homem que o enche de ódio, inveja, cobiça e ciúme. A maldição do pecado pesa sobre o seu corpo, e é constantemente perseguido pelo medo da morte. O seu génio inventivo permitiu-lhe transformar tudo menos a si próprio, pois o homem, apesar do tão aplaudido progresso dos nossos tempos, continua a ser o que era no princípio.

     Também o pecado permanece sem modificação, se bem que o homem tenha feito o possível para o alterar. Procurámos encobri-lo com outros nomes. Pusemos novos rótulos no velho frasco de veneno. Procurámos caiar o velho celeiro e fingir que se trata de outro edifício. Experimentámos chamar ao pecado «erro» ou «engano» ou «deficiência de critério», mas o pecado em si continua a ser o mesmo. Por mais que procuremos aplicar bálsamo à nossa consciência, sabemos e sempre soubemos que os homens continuam a ser pecadores, e que os resultados do pecado continuam a ser a doença, o desapontamento, a desilusão, o desespero e a morte.

     Também a dor moral não se modificou. Começou quando Adão e Eva contemplaram, de coração dilacerado, o corpo sem vida do seu filho assassinado, Abel, familiarizando-se então com o peso esmagador do desgosto. E assim se tem continuado, até que, hoje em dia, a dor moral é o idioma universal do homem. Ninguém lhe pode fugir, toda a gente a experimenta. Até um dos que pretendiam consolar Job julgou ser a dor moral a finalidade da vida, pois disse: «O homem nasce para o trabalho, como as faíscas das brasas se levantam para voar» (Job 5:7).

     Igualmente, a morte continua a ser a mesma. Os homens têm procurado modificar o seu aspecto. Em vez de cangalheiro, preferimos a expressão «agente funerário». Colocamos os corpos em «invólucros fúnebres» em vez de em caixões. Temos «lares funerários» em vez de firmas de cangalheiros e «parques comemorativos» em vez de cemitérios. Procuramos atenuar a crueza dos derradeiros ritos; mas, chamemos-lhe o que quisermos, pintemos-lhe as faces como preferirmos, a fria, dura, cruel realidade da morte não sofreu modificação através a história humana.

     Estes três factos constituem a verdadeira história do homem: o passado é cheio de pecado; o seu presente transborda de sofrimento moral; e a certeza da morte aguarda-o no futuro.

     A Bíblia diz: «Aos homens está ordenado morrerem uma vez» (Hebreus 9:27), e qualquer pessoa considera isso uma situação dura e inevitável. Os homens têm inventado centenas de sistemas filosóficos, dezenas de religiões, nos seus esforços para contornar a Palavra de Deus. Os modernos filósofos e psicólogos ainda procuram demonstrar que há outro caminho sem ser o de Jesus. Mas o homem tem experimentado a todos, e nenhum deles o conduziu a parte alguma, a não ser para baixo.

     Cristo veio para nos dar a resposta aos três problemas perenes do pecado, da dor moral e da morte. Jesus Cristo tão-somente é que é também perene e imutável; «Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente» (Hebreus 13:8).

     Todas as outras coisas podem mudar, mas Cristo permanece imutável. No mar inquieto das paixões humanas, Cristo permanece firme e calmo, pronto a acolher todos quantos, voltarem para Ele e aceitarem as bênçãos da segurança e da paz. Vivemos numa era de graça, em que Deus promete que todo aquele que o quiser fazer pode vir a receber o Seu Filho. Mas esta era de graça não se prolongará indefinidamente. Mesmo agora já estamos vivendo com tempo emprestado.

- Billy Graham

     O que vais fazer? Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo (Atos 16:31).

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