Seja Alegre XLIV
Os lucros de PauloRecordamos mais uma vez as palavras de Jim Elliot: «Não é tolo nenhum aquele que dá o que não pode conservar, para ganhar aquilo que não pode perder.» Foi isso o que Paulo experimentou: perdeu a sua religião e reputação, mas ganhou muito mais do que perdeu.
(l) O conhecimento de Cristo (v. 8)
Isso significa muito mais do que conhecimento a respeito de Cristo, porque Paulo possuía esse tipo de informação histórica antes de ser salvo. «Conhecer Cristo» significa ter uma relação pessoal com Ele pela fé. E esta experiência que Jesus menciona em João 17:3. Nós conhecemos coisas acerca de muitas pessoas, mesmo de pessoas que viveram há séculos, mas conhecemos pessoalmente muito poucas. «Cristianismo é Cristo». A salvação consiste em conhecê-lO de um modo pessoal.
(2) A justiça de Cristo (v. 9)
A justiça constituía o grande objectivo da vida de Paulo no tempo em que era fariseu, mas nessa altura ele buscava uma justiça própria, uma justiça de obras, que jamais poderia realmente conseguir. Todavia, quando Paulo pôs a sua confiança em Cristo, perdeu a sua própria justiça e ganhou a justiça de Cristo. A palavra técnica para definir essa transacção é imputação (ler Rom. 4:1-8, cuidadosamente). Isto significa «pôr na conta da pessoa». Paulo examinou a sua própria escrita e descobriu que estava espiritualmente falido. Examinou a escrita de Cristo e viu que Ele era perfeito. Quando Paulo pôs a sua confiança em Cristo, viu que Deus punha a justiça de Cristo na sua própria conta! Mas além disso, Paulo descobriu que os pecados tinham sido colocados na conta de Cristo sobre a cruz (II Cor. 5:21). Deus prometeu a Paulo que jamais voltaria a escrever os seus pecados para os apresentar contra ele. Que experiência maravilhosa da graça de Deus!
Romanos 9:30-10:13 é um texto paralelo e deve-mos lê-lo cuidadosamente. O que Paulo diz a respeito da nação de Israel verificava-se também na sua própria vida antes de ser salvo e verifica-se também na vida de muitas pessoas religiosas, hoje em dia; elas recusam-se a abandonar a sua própria justiça para poderem receber o dom gratuito da justiça de Cristo. Muitas dessas pessoas nem mesmo querem admitir que precisam de qualquer justiça. Como Saulo de Tarso, estão a avaliar-se por si mesmas, ou pêlos padrões dos Dez Mandamentos, e não chegam a ver a natureza interna do pecado. Paulo teve de abandonar a sua religião para receber justiça, mas não considerou isso um sacrifício.
Isso significa muito mais do que conhecimento a respeito de Cristo, porque Paulo possuía esse tipo de informação histórica antes de ser salvo. «Conhecer Cristo» significa ter uma relação pessoal com Ele pela fé. E esta experiência que Jesus menciona em João 17:3. Nós conhecemos coisas acerca de muitas pessoas, mesmo de pessoas que viveram há séculos, mas conhecemos pessoalmente muito poucas. «Cristianismo é Cristo». A salvação consiste em conhecê-lO de um modo pessoal.
(2) A justiça de Cristo (v. 9)
A justiça constituía o grande objectivo da vida de Paulo no tempo em que era fariseu, mas nessa altura ele buscava uma justiça própria, uma justiça de obras, que jamais poderia realmente conseguir. Todavia, quando Paulo pôs a sua confiança em Cristo, perdeu a sua própria justiça e ganhou a justiça de Cristo. A palavra técnica para definir essa transacção é imputação (ler Rom. 4:1-8, cuidadosamente). Isto significa «pôr na conta da pessoa». Paulo examinou a sua própria escrita e descobriu que estava espiritualmente falido. Examinou a escrita de Cristo e viu que Ele era perfeito. Quando Paulo pôs a sua confiança em Cristo, viu que Deus punha a justiça de Cristo na sua própria conta! Mas além disso, Paulo descobriu que os pecados tinham sido colocados na conta de Cristo sobre a cruz (II Cor. 5:21). Deus prometeu a Paulo que jamais voltaria a escrever os seus pecados para os apresentar contra ele. Que experiência maravilhosa da graça de Deus!
Romanos 9:30-10:13 é um texto paralelo e deve-mos lê-lo cuidadosamente. O que Paulo diz a respeito da nação de Israel verificava-se também na sua própria vida antes de ser salvo e verifica-se também na vida de muitas pessoas religiosas, hoje em dia; elas recusam-se a abandonar a sua própria justiça para poderem receber o dom gratuito da justiça de Cristo. Muitas dessas pessoas nem mesmo querem admitir que precisam de qualquer justiça. Como Saulo de Tarso, estão a avaliar-se por si mesmas, ou pêlos padrões dos Dez Mandamentos, e não chegam a ver a natureza interna do pecado. Paulo teve de abandonar a sua religião para receber justiça, mas não considerou isso um sacrifício.
Warren W. Wiersbe



