Seja Alegre XXXVIII
Mesmo as coisas tangíveis não são pecaminosas em si. Deus fez as coisas, e a Bíblia declara que são boas (Gén. 1:31). Deus sabe que precisamos de certas coisas para vivermos (Mat. 6:31-34). De facto, Ele «abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos» (I Tim. 6:17). Mas Jesus avisa-nos de que as nossas vidas não consistem na abundância do que possuímos (Luc. 12:15). Quantidade não é garantia de qualidade. Muitas pessoas que possuem as coisas que o dinheiro pode comprar, têm perdido aquelas que não se adquirem com dinheiro.
A palavra-chave em Filipenses 3:1-11 é: «considero» (avalio) (vs. 7-8,13). No grego, são usadas duas palavras diferentes, mas a ideia básica é a mesma: avaliar, calcular. «A vida que não é examinada não é digna de ser vivida» — disse Sócrates.
Contudo, poucas pessoas se sentam para avaliar seriamente os valores que controlam as suas decisões e direcções. Muitos, hoje em dia, são escravos das «coisas» e daí resulta não experimentarem verdadeira alegria cristã. No caso de Paulo, as «coisas» para que ele vivia antes de conhecer a Cristo pareciam ser muito recomendáveis: uma vida recta, obediência à lei, a defesa da religião dos seus pais. Mas nenhuma dessas coisas o satisfazia ou o tornava aceitável diante de Deus.
Como muitas «pessoas religiosas» hoje em dia, Paulo tinha moralidade suficiente para evitar problemas a si próprio, mas não tinha justiça suficiente para conseguir o céu! Não eram coisas más que mantinham Paulo longe de Jesus — eram coisas boas! Ele tinha de perder a sua «religião» para encontrar a salvação.
Um dia, Saulo de Tarso, o rabi, encontrou Jesus Cristo, o Filho de Deus, e nesse dia o senso de valores de Paulo mudou (Ler Act. 9:1-31). Quando Saulo abriu os seus livros para avaliar a sua riqueza, descobriu que fora de Jesus Cristo tudo aquilo para que tinha vivido não era senão lixo. Ele explica nesta secção que existem apenas dois tipos de justiça (riqueza espiritual) — a justiça das obras e a justiça da fé — e só a justiça da fé é aceite por Deus.
Contudo, poucas pessoas se sentam para avaliar seriamente os valores que controlam as suas decisões e direcções. Muitos, hoje em dia, são escravos das «coisas» e daí resulta não experimentarem verdadeira alegria cristã. No caso de Paulo, as «coisas» para que ele vivia antes de conhecer a Cristo pareciam ser muito recomendáveis: uma vida recta, obediência à lei, a defesa da religião dos seus pais. Mas nenhuma dessas coisas o satisfazia ou o tornava aceitável diante de Deus.
Como muitas «pessoas religiosas» hoje em dia, Paulo tinha moralidade suficiente para evitar problemas a si próprio, mas não tinha justiça suficiente para conseguir o céu! Não eram coisas más que mantinham Paulo longe de Jesus — eram coisas boas! Ele tinha de perder a sua «religião» para encontrar a salvação.
Um dia, Saulo de Tarso, o rabi, encontrou Jesus Cristo, o Filho de Deus, e nesse dia o senso de valores de Paulo mudou (Ler Act. 9:1-31). Quando Saulo abriu os seus livros para avaliar a sua riqueza, descobriu que fora de Jesus Cristo tudo aquilo para que tinha vivido não era senão lixo. Ele explica nesta secção que existem apenas dois tipos de justiça (riqueza espiritual) — a justiça das obras e a justiça da fé — e só a justiça da fé é aceite por Deus.
Warren W. Wiersbe



