Seja Alegre XXXVI
Ele foi um cristão abençoado (2:28-30).
Que tragédia seria a de atravessar a vida sem representar uma bênção para ninguém. Epafrodito foi uma bênção para Paulo. Ficou com ele na sua experiência de prisão e não permitiu que mesmo a sua própria doença o impedisse de o servir. Que tempo maravilhoso devem ter passado juntos! Mas ele foi também uma bênção para a sua própria igreja. Paulo admoesta a igreja a honrá-lo por causa do seu sacrifício e serviço. (Cristo recebe a glória, mas não há nada de errado no facto de o servo receber honra. Ler I Tess. 5:12-13). Não existe qualquer contradição entre 2:7 («considerou-se a Si mesmo sem qualquer valor») e 2:29 («tende-o em honra»). Cristo «aniquilou-se a si mesmo» no Seu acto gracioso de humilhação e Deus exaltou-o. Epafrodito sacrificou-se sem pensar de modo nenhum em recompensa, e Paulo exortou a igreja a tê-lo em honra para a glória de Deus.
Epafrodito foi uma bênção para Paulo e para a sua própria igreja, e é igualmente uma bênção para nós, hoje em dia! Ele prova que a vida alegre é a vida de sacrifício e serviço, que a mente submissa opera de verdade. Ele e Timóteo, juntos, animam-nos a submetermo-nos ao Senhor e uns aos outros no Espírito de Cristo. Cristo é o padrão que devemos seguir. Paulo mostra-nos o poder (2:12-18); e Timóteo e Epafrodito são a prova de que esta mente funciona mesmo.
Estaremos nós dispostos a permitir que o Espírito reproduza em nós a «mente de Cristo»?
Epafrodito foi uma bênção para Paulo e para a sua própria igreja, e é igualmente uma bênção para nós, hoje em dia! Ele prova que a vida alegre é a vida de sacrifício e serviço, que a mente submissa opera de verdade. Ele e Timóteo, juntos, animam-nos a submetermo-nos ao Senhor e uns aos outros no Espírito de Cristo. Cristo é o padrão que devemos seguir. Paulo mostra-nos o poder (2:12-18); e Timóteo e Epafrodito são a prova de que esta mente funciona mesmo.
Estaremos nós dispostos a permitir que o Espírito reproduza em nós a «mente de Cristo»?
Warren W. Wiersbe



