Seja Alegre XXV
A expressão «operai a vossa salvação» refere-se provavelmente, e de um modo particular, aos problemas específicos da igreja de Filipos; mas a frase aplica-se também ao cristão individual. Nós não devemos ser «imitações baratas» doutras pessoas, principalmente de «grandes cristãos». Devemos seguir unicamente o que vemos de Cristo nas suas vidas. «Sede meus imitadores, como também eu de Cristo» (I Cor. 11:1). Cada «grande santo» tem pés de barro e acabará por nos desapontar, mas Jesus Cristo nunca nos decepciona.
Nos versículos 14 e 15, Paulo contrasta a vida do crente com as vidas daqueles que vivem no mundo. As pessoas incrédulas queixam-se e estão constantemente a encontrar faltas, mas os cristãos alegram-se. A sociedade que nos rodeia está «torcida e deformada», mas o cristão ergue-se firme porque mede a sua vida pela Palavra de Deus, o padrão perfeito. O mundo é escuro, mas os cristãos brilham como lâmpadas resplandecentes. O mundo não tem nada para oferecer, mas o cristão apresenta a Palavra da vida, a mensagem da salvação pela fé em Cristo. Por outras palavras, quando deixamos que Deus realize este propósito nas nossas vidas, tornamo-nos melhores testemunhas num mundo que precisa desesperadamente de Cristo. Apliquemos estas características a Jesus e veremos que Ele viveu uma vida perfeita num mundo imperfeito.
É importante notar que este propósito se atinge «no meio duma geração corrompida e perversa» (v. 15). Paulo não nos aconselha a fugirmos do mundo e a irmos para qualquer recinto de isolamento espiritual. É só quando nos defrontarmos com as necessidades e problemas da vida real que podemos começar a ser mais semelhantes a Cristo. Os fariseus estavam tão isolados e separados da realidade que desenvolveram um tipo artificial de justiça própria que era radicalmente diferente da justiça que Deus queria ver neles. Por conseguinte, os fariseus impunham uma religião de temor e escravidão sobre as pessoas (ler Mateus 23) e crucificaram Cristo por ter ousado opor-Se a esse tipo de religião. Não é fugindo do mundo, mas servindo-o, que nós veremos o propósito de Deus cumprido nas nossas vidas.
É importante notar que este propósito se atinge «no meio duma geração corrompida e perversa» (v. 15). Paulo não nos aconselha a fugirmos do mundo e a irmos para qualquer recinto de isolamento espiritual. É só quando nos defrontarmos com as necessidades e problemas da vida real que podemos começar a ser mais semelhantes a Cristo. Os fariseus estavam tão isolados e separados da realidade que desenvolveram um tipo artificial de justiça própria que era radicalmente diferente da justiça que Deus queria ver neles. Por conseguinte, os fariseus impunham uma religião de temor e escravidão sobre as pessoas (ler Mateus 23) e crucificaram Cristo por ter ousado opor-Se a esse tipo de religião. Não é fugindo do mundo, mas servindo-o, que nós veremos o propósito de Deus cumprido nas nossas vidas.
Warren W. Wiersbe



