Seja Alegre XXII
4. Ele glorifica a Deus (2:9-11)Este é sem dúvida o grande objectivo de tudo o que fazemos — glorificar a Deus. Paulo adverte-nos contra a «vanglória» no versículo 3. O tipo de rivalidade que opõe um cristão a outro cristão, um ministério a outro ministério, não é espiritual, nem pode satisfazer. É vão, vazio. Jesus humilhou-Se a Si mesmo pelos outros e Deus exaltou-O soberanamente; o resultado dessa exaltação é a glória para Deus.
A exaltação do nosso Senhor começou com a Sua ressurreição. Quando os homens enterraram o corpo de Jesus, isso constituiu a última coisa que mãos humanas tiveram a ver com Ele. Dali em diante, foi Deus Quem operou. Os homens tinham feito o pior ao Salvador, mas Deus exaltou-0 e honrou-O. Os homens aplicaram-Lhe nomes ridículos e insultuosos, mas o Pai deu-Lhe um nome glorioso! Da mesma maneira que na Sua humilhação Ele recebeu o nome de «Jesus» (Mat. 1:21), assim na Sua exaltação Lhe foi dado o nome de «Senhor» (v. 11, ver Actos 2:32-36). Ele levantou-Se de entre os mortos e regressou vitorioso para o céu, ascendendo ao trono do Pai.
A Sua exaltação incluiu autoridade soberana sobre todas as criaturas no céu, na terra e debaixo da terra. Todos se prostrarão perante Ele (ver Isa. 45:23). É possível que «debaixo da terra» se refira aos perdidos, pois a família de Deus ou se encontra no céu ou na terra (Ef. 3:14-15). Um dia, todos se prostrarão diante d'Ele e confessarão que Ele é Senhor. Claro que é possível fazer isso hoje e receber o Seu dom de salvação (Rom. 10:9-10). Prostrarmo-nos diante d'Ele agora, significa salvação; fazê-lo no Dia do Juízo significa condenação.
O propósito da humilhação e exaltação de Cristo é a glória de Deus (v. 11). Quando Jesus enfrentou a cruz, a glória do Pai era de suprema importância na Sua mente: «Pai, é chegada a hora; glorifica a Teu Filho, para que também o Teu filho Te glorifique a Ti» (João 17:1). De facto, Ele deu-nos esta glória a nós (João 17:22) e um dia partilhá-la-emos com Ele no céu (João 17:24; ver Romanos 8:28-30). A obra de salvação é muito maior e grandiosa que simplesmente a salvação duma alma perdida, ainda que esta seja tão maravilhosa. A nossa salvação tem como objectivo supremo a glória de Deus (Ef. 1:6,12,14).
A pessoa que tem uma mente submissa deve esperar sacrifício e serviço enquanto vai vivendo para os outros, mas no final isso conduzirá à glória. «Humilhai-vos debaixo da potente mão de Deus para que a seu tempo vos exalte» (I Ped. 5:16). José sofreu e serviu durante 13 anos; mas depois, Deus o exaltou e o tornou o segundo homem do Egipto. David foi ungido rei quando era ainda rapaz. Experimentou anos de dificuldades e sofrimento, mas a seu tempo Deus o exaltou como rei de Israel.
A alegria duma mente submissa vem, não só do facto de ajudar os outros e partilhar da comunhão das aflições de Cristo (Fil. 3:10), mas acima de tudo do conhecimento de que estamos glorificando a Deus. Nós permitimos que a luz resplandeça através das nossas boas obras e isso glorifica o Pai que está nos céus (Mat. 5:16). Poderá ser que não vejamos essa glória no presente, mas vê-la-emos quando Jesus voltar e recompensar os Seus servos fiéis.
A Sua exaltação incluiu autoridade soberana sobre todas as criaturas no céu, na terra e debaixo da terra. Todos se prostrarão perante Ele (ver Isa. 45:23). É possível que «debaixo da terra» se refira aos perdidos, pois a família de Deus ou se encontra no céu ou na terra (Ef. 3:14-15). Um dia, todos se prostrarão diante d'Ele e confessarão que Ele é Senhor. Claro que é possível fazer isso hoje e receber o Seu dom de salvação (Rom. 10:9-10). Prostrarmo-nos diante d'Ele agora, significa salvação; fazê-lo no Dia do Juízo significa condenação.
O propósito da humilhação e exaltação de Cristo é a glória de Deus (v. 11). Quando Jesus enfrentou a cruz, a glória do Pai era de suprema importância na Sua mente: «Pai, é chegada a hora; glorifica a Teu Filho, para que também o Teu filho Te glorifique a Ti» (João 17:1). De facto, Ele deu-nos esta glória a nós (João 17:22) e um dia partilhá-la-emos com Ele no céu (João 17:24; ver Romanos 8:28-30). A obra de salvação é muito maior e grandiosa que simplesmente a salvação duma alma perdida, ainda que esta seja tão maravilhosa. A nossa salvação tem como objectivo supremo a glória de Deus (Ef. 1:6,12,14).
A pessoa que tem uma mente submissa deve esperar sacrifício e serviço enquanto vai vivendo para os outros, mas no final isso conduzirá à glória. «Humilhai-vos debaixo da potente mão de Deus para que a seu tempo vos exalte» (I Ped. 5:16). José sofreu e serviu durante 13 anos; mas depois, Deus o exaltou e o tornou o segundo homem do Egipto. David foi ungido rei quando era ainda rapaz. Experimentou anos de dificuldades e sofrimento, mas a seu tempo Deus o exaltou como rei de Israel.
A alegria duma mente submissa vem, não só do facto de ajudar os outros e partilhar da comunhão das aflições de Cristo (Fil. 3:10), mas acima de tudo do conhecimento de que estamos glorificando a Deus. Nós permitimos que a luz resplandeça através das nossas boas obras e isso glorifica o Pai que está nos céus (Mat. 5:16). Poderá ser que não vejamos essa glória no presente, mas vê-la-emos quando Jesus voltar e recompensar os Seus servos fiéis.
Warren W. Wiersbe



