Seja Alegre XVII
3. Confiança (1:28-30)«Em nada vos espanteis dos que resistem!» A palavra que Paulo usa aqui aponta para um cavalo que foge da batalha. É claro que ninguém vai arremessar-se cegamente para a luta; mas por outro lado, nenhum crente verdadeiro deve deliberadamente evitar enfrentar o inimigo. Nestes versículos, Paulo dá-nos palavras de encorajamento para nos transmitir confiança na batalha.
Primeiro, essas lutas provam que somos salvos (v. 29). Não só cremos em Cristo, mas também sofremos por Cristo. Paulo define isto como «a comunicação das Suas aflições» (3:10). Por qualquer razão, muitos crentes novos têm a ideia de que confiar em Cristo significa o término das suas lutas. Na realidade, significa exactamente o começo de novas batalhas. «No mundo tereis aflições» (João 16:33). «E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições» (II Tim. 3:12).
Mas a presença de conflito é um privilégio; sofremos «por amor d’Ele». De facto, Paulo diz-nos que este conflito é-nos «concedido» — é um dom! Se sofrêssemos por nós mesmos, isso não constituiria nenhum privilégio; mas, porque sofremos por Cristo e com Cristo, é uma honra elevada e santa. Afinal, Ele sofreu por nós e uma disposição da nossa parte para sofrer por Ele é o mínimo que poderemos fazer para Lhe demonstrar o nosso amor e gratidão.
Uma terceira expressão de encorajamento é esta: outros estão a experimentar o mesmo conflito (v. 30). Satanás quer que pensemos que nos encontramos sós na batalha, que as nossas dificuldades são únicas, mas não é esse o caso. O apóstolo Paulo lembra aos filipenses que ele próprio está a atravessar idênticas dificuldades às que eles experimentam a centenas de quilómetros de Roma! Uma mudança geográfica não constitui geralmente solução para os problemas espirituais, porque a natureza humana é a mesma em qualquer lugar em que nos encontremos, e o inimigo aparece em toda a parte. O facto de se saber que outros crentes estão a tomar parte na mesma batalha dá-nos ânimo para prosseguirmos e orarmos por eles como por nós mesmos.
Na verdade, atravessar um conflito espiritual é uma das formas que temos para crescermos em Cristo. Deus dá-nos a força de que necessitamos para permanecermos firmes contra o inimigo, e esta confiança mostra-lhe que será ele o derrotado, pois nós estamos do lado da vitória (v. 28 b). Os filipenses tinham visto o apóstolo a atravessar lutas aquando da sua presença com eles (ler Actos 16:19 e seguintes), e testemunharam da sua firmeza no Senhor. A palavra «conflito» dá-nos a palavra agonia e é este o termo que se aplica para definir a luta de Cristo no jardim (Lucas 22:44). Quando enfrentamos o inimigo dependendo do Senhor, Ele dá-nos tudo o que é necessário para a batalha. Quando o adversário vê a nossa confiança, que nos foi dada por Deus, fica temeroso.
Assim, a mente integral permite-nos sentir alegria no meio da batalha, porque produz em nós coerência, cooperação e confiança. Nós experimentamos a alegria do «trabalho espiritual em equipa» quando combatemos juntos pela fé do Evangelho.
Mas a presença de conflito é um privilégio; sofremos «por amor d’Ele». De facto, Paulo diz-nos que este conflito é-nos «concedido» — é um dom! Se sofrêssemos por nós mesmos, isso não constituiria nenhum privilégio; mas, porque sofremos por Cristo e com Cristo, é uma honra elevada e santa. Afinal, Ele sofreu por nós e uma disposição da nossa parte para sofrer por Ele é o mínimo que poderemos fazer para Lhe demonstrar o nosso amor e gratidão.
Uma terceira expressão de encorajamento é esta: outros estão a experimentar o mesmo conflito (v. 30). Satanás quer que pensemos que nos encontramos sós na batalha, que as nossas dificuldades são únicas, mas não é esse o caso. O apóstolo Paulo lembra aos filipenses que ele próprio está a atravessar idênticas dificuldades às que eles experimentam a centenas de quilómetros de Roma! Uma mudança geográfica não constitui geralmente solução para os problemas espirituais, porque a natureza humana é a mesma em qualquer lugar em que nos encontremos, e o inimigo aparece em toda a parte. O facto de se saber que outros crentes estão a tomar parte na mesma batalha dá-nos ânimo para prosseguirmos e orarmos por eles como por nós mesmos.
Na verdade, atravessar um conflito espiritual é uma das formas que temos para crescermos em Cristo. Deus dá-nos a força de que necessitamos para permanecermos firmes contra o inimigo, e esta confiança mostra-lhe que será ele o derrotado, pois nós estamos do lado da vitória (v. 28 b). Os filipenses tinham visto o apóstolo a atravessar lutas aquando da sua presença com eles (ler Actos 16:19 e seguintes), e testemunharam da sua firmeza no Senhor. A palavra «conflito» dá-nos a palavra agonia e é este o termo que se aplica para definir a luta de Cristo no jardim (Lucas 22:44). Quando enfrentamos o inimigo dependendo do Senhor, Ele dá-nos tudo o que é necessário para a batalha. Quando o adversário vê a nossa confiança, que nos foi dada por Deus, fica temeroso.
Assim, a mente integral permite-nos sentir alegria no meio da batalha, porque produz em nós coerência, cooperação e confiança. Nós experimentamos a alegria do «trabalho espiritual em equipa» quando combatemos juntos pela fé do Evangelho.
Warren W. Wiersbe



