Seja Alegre XIV
POSTOS DE COMBATE(Filipenses 1:27-30)
A vida cristã não é um campo de recreio; é um campo de batalha. Nós somos filhos da família, gozando, portanto, da comunhão do Evangelho (1:1-11); somos servos que participam no avanço do Evangelho (1:12-26); mas somos igualmente soldados que defendem a fé do Evangelho. E o crente com uma mente íntegra pode ter a alegria do Espírito Santo, mesmo no meio da batalha.
«A fé do Evangelho» é esse corpo de verdade divina dado à igreja. Judas chama-lhe «a fé que uma vez foi dada aos santos» (v. 3). Paulo alerta-nos em I Timóteo 4:1 para o facto de que «nos últimos tempos apostatarão alguns da fé». Deus entregou este tesouro espiritual a Paulo (I Tim. 1:11), e ele por sua vez entregou-o a outros, como Timóteo (I Tim. 6:20), cuja responsabilidade consistia em transmitir esse depósito a outros (II Tim. 2:2). É por isso que a igreja se deve envolver num ministério de ensino de modo que cada nova geração de crentes conheça, aprecie e use a grande herança da fé.
Mas existe um inimigo que está em campo para roubar o tesouro do povo de Deus. Paulo tinha-se encontrado com esse adversário em Filipos e enfrentava-o de novo em Roma. Se Satanás conseguir simplesmente roubar aos crentes a fé cristã, as doutrinas que a distinguem de qualquer outra, então ele poderá perturbar e destruir o ministério do Evangelho. É triste ouvir pessoas dizer: «Não me interessa o que tu crês, contanto que vivas de maneira correcta.» O que cremos determina a maneira como procedemos, e uma crença errada significa em última análise uma vida errada. Cada igreja local não está senão a uma geração duma extinção potencial. Não admira que Satanás ataque particularmente a nossa juventude, tentando afastá-la «da fé».
Como é que um grupo de cristãos pode lutar contra este inimigo? «Porque as armas do nosso combate não são da carne» (II Cor. 10:4, NBPA). Pedro pegou numa espada, no jardim, e Jesus repreendeu-o (João 18:10-11). Nós usamos armas espirituais — a Palavra de Deus e a oração (Heb. 4:12; Ef. 6:11-18); temos de depender do Espírito Santo para nos conceder o poder de que carecemos. Contudo, um exército tem de lutar em união e é por isso que Paulo envia estas admoestações aos seus amigos em Filipos. Ele explica neste parágrafo que existem três elementos essenciais para se conseguir a vitória na batalha para defender «a fé».
Mas existe um inimigo que está em campo para roubar o tesouro do povo de Deus. Paulo tinha-se encontrado com esse adversário em Filipos e enfrentava-o de novo em Roma. Se Satanás conseguir simplesmente roubar aos crentes a fé cristã, as doutrinas que a distinguem de qualquer outra, então ele poderá perturbar e destruir o ministério do Evangelho. É triste ouvir pessoas dizer: «Não me interessa o que tu crês, contanto que vivas de maneira correcta.» O que cremos determina a maneira como procedemos, e uma crença errada significa em última análise uma vida errada. Cada igreja local não está senão a uma geração duma extinção potencial. Não admira que Satanás ataque particularmente a nossa juventude, tentando afastá-la «da fé».
Como é que um grupo de cristãos pode lutar contra este inimigo? «Porque as armas do nosso combate não são da carne» (II Cor. 10:4, NBPA). Pedro pegou numa espada, no jardim, e Jesus repreendeu-o (João 18:10-11). Nós usamos armas espirituais — a Palavra de Deus e a oração (Heb. 4:12; Ef. 6:11-18); temos de depender do Espírito Santo para nos conceder o poder de que carecemos. Contudo, um exército tem de lutar em união e é por isso que Paulo envia estas admoestações aos seus amigos em Filipos. Ele explica neste parágrafo que existem três elementos essenciais para se conseguir a vitória na batalha para defender «a fé».
Warren W. Wiersbe



