Seja Alegre VIII
2. Tenho-vos no meu coração (1:7-8)Vamos agora um pouco mais fundo, pois é possível ter os outros na mente, sem de facto os termos no coração. (Alguém observou que muitas pessoas hoje em dia teriam de confessar: «Tenho-vos nos meus nervos!») O sincero amor de Paulo pelos amigos era algo que não podia disfarçar-se ou esconder-se.
O amor cristão é «o laço que une». O amor constitui a evidência da salvação: «Nós sabemos que passámos da morte para a vida, porque amamos os irmãos» (I João 3:14). É a «lubrificação espiritual» que conserva a maquinaria da vida em perfeito funcionamento. Já notaram quantas vezes Paulo usa, a expressão «todos vós» quando escreve? Há pelo menos nove casos nesta carta. Ele não quer deixar ninguém de fora! (Algumas traduções trazem no versículo 7 «vós tendes-me no vosso coração», mas a verdade básica é a mesma).
Como é que Paulo demonstrava o seu amor para com eles? No facto de estar a sofrer por eles. As suas prisões provaram o seu amor. Ele era o «prisioneiro de Jesus Cristo por vós os Gentios» (Ef. 3:1).
Por causa do julgamento de Paulo, o Cristianismo ia ser proclamado perante os oficiais de Roma.
Como Filipos era uma colónia romana, a decisão iria afectar os crentes ali. O amor de Paulo não era algo de que simplesmente falava, mas sim alguma coisa que ele praticava. O apóstolo considerava as suas circunstâncias difíceis como uma oportunidade para defender e confirmar o Evangelho. E isso ajudaria os seus irmãos em toda a parte.
Mas como é que os cristãos podem aprender a praticar este tipo de amor? «Eu dou-me melhor com os meus vizinhos não crentes, do que com os meus parentes salvos!» — confessou um certo indivíduo ao seu pastor. «Talvez seja preciso um diamante para cortar outro diamante, mas eu não aguento mais!» O amor cristão não é algo que nós próprios realizemos; é algo que Deus faz em nós e através de nós. Paulo tinha saudades dos amigos «em entranhável afeição de Jesus Cristo» (v. 8b). Não se tratava do amor de Paulo canalizado por Cristo; era Sim o amor de Cristo canalizado por Paulo. «O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rom. 5:5, NVI). Quando deixamos que Deus realize a Sua «boa obra» em nós, então crescemos no nosso amor para com os outros.
Como é que podemos dizer que nos encontramos verdadeiramente ligados em amor a outros cristãos? Pelo simples facto de que nos preocupamos com eles. Os crentes de Filipos interessavam-se por Paulo e enviaram Epafrodito para o servir. O apóstolo tinha também muito interesse pelos seus amigos de Filipos, e revelou-o particularmente quando Epafrodito adoeceu e não pôde regressar logo (2:25-28). «Meus fílhinhos, não amemos de palavra nem de língua, mas por obra e em verdade» (I João 3:18).
Outra evidência do amor cristão é a disposição para nos perdoarmos uns aos outros. «Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros porque a caridade (amor) cobrirá a multidão de pecados» (I Pedro 4:8).
«Aponte-nos alguns dos erros que a sua esposa tem cometido» — perguntou o orientador dum jogo radiofónico a um dos participantes.
«Não consigo lembrar-me de nenhum» — respondeu o homem.
«Oh, certamente consegue lembrar-se de algum!» — insistiu o locutor.
«Não, de facto não me recordo de nada» — repetiu o candidato. «Amo muito a minha esposa e, francamente, não me lembro de qualquer coisa desse género.» Em I Coríntios 13:5, lemos que «o amor não mantém um registo dos erros»" — (NVl).
Os Cristãos que amam de facto experimentam alegria constante; ambos resultam da presença do mesmo Espírito Santo. «O fruto do Espírito é amor, gozo...» (Gál. 5:22).
Como é que Paulo demonstrava o seu amor para com eles? No facto de estar a sofrer por eles. As suas prisões provaram o seu amor. Ele era o «prisioneiro de Jesus Cristo por vós os Gentios» (Ef. 3:1).
Por causa do julgamento de Paulo, o Cristianismo ia ser proclamado perante os oficiais de Roma.
Como Filipos era uma colónia romana, a decisão iria afectar os crentes ali. O amor de Paulo não era algo de que simplesmente falava, mas sim alguma coisa que ele praticava. O apóstolo considerava as suas circunstâncias difíceis como uma oportunidade para defender e confirmar o Evangelho. E isso ajudaria os seus irmãos em toda a parte.
Mas como é que os cristãos podem aprender a praticar este tipo de amor? «Eu dou-me melhor com os meus vizinhos não crentes, do que com os meus parentes salvos!» — confessou um certo indivíduo ao seu pastor. «Talvez seja preciso um diamante para cortar outro diamante, mas eu não aguento mais!» O amor cristão não é algo que nós próprios realizemos; é algo que Deus faz em nós e através de nós. Paulo tinha saudades dos amigos «em entranhável afeição de Jesus Cristo» (v. 8b). Não se tratava do amor de Paulo canalizado por Cristo; era Sim o amor de Cristo canalizado por Paulo. «O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rom. 5:5, NVI). Quando deixamos que Deus realize a Sua «boa obra» em nós, então crescemos no nosso amor para com os outros.
Como é que podemos dizer que nos encontramos verdadeiramente ligados em amor a outros cristãos? Pelo simples facto de que nos preocupamos com eles. Os crentes de Filipos interessavam-se por Paulo e enviaram Epafrodito para o servir. O apóstolo tinha também muito interesse pelos seus amigos de Filipos, e revelou-o particularmente quando Epafrodito adoeceu e não pôde regressar logo (2:25-28). «Meus fílhinhos, não amemos de palavra nem de língua, mas por obra e em verdade» (I João 3:18).
Outra evidência do amor cristão é a disposição para nos perdoarmos uns aos outros. «Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros porque a caridade (amor) cobrirá a multidão de pecados» (I Pedro 4:8).
«Aponte-nos alguns dos erros que a sua esposa tem cometido» — perguntou o orientador dum jogo radiofónico a um dos participantes.
«Não consigo lembrar-me de nenhum» — respondeu o homem.
«Oh, certamente consegue lembrar-se de algum!» — insistiu o locutor.
«Não, de facto não me recordo de nada» — repetiu o candidato. «Amo muito a minha esposa e, francamente, não me lembro de qualquer coisa desse género.» Em I Coríntios 13:5, lemos que «o amor não mantém um registo dos erros»" — (NVl).
Os Cristãos que amam de facto experimentam alegria constante; ambos resultam da presença do mesmo Espírito Santo. «O fruto do Espírito é amor, gozo...» (Gál. 5:22).
Warren W. Wiersbe



