Seja Alegre VII
Paulo apresenta três pensamentos em 1:1-11 que descrevem a verdadeira comunhão cristã: Tenho-vos na minha mente (vs. 4-6), tenho-vos no meu coração (vs. 7-8), tenho-vos nas minhas orações (vs. 9-11). l. Tenho-vos na minha mente (1:3-6)
Não é impressionante que Paulo pense nos outros e não em si mesmo? Enquanto espera o seu julgamento em Roma, a mente de Paulo volta-se para os crentes de Filipos e todas as recordações lhe trazem alegria. Se lermos Actos 16, poderemos descobrir que aconteceram algumas coisas a Paulo em Filipos cuja recordação lhe poderia causar tristeza. Ele foi ilegalmente preso e espancado, foi posto no tronco e humilhado diante das pessoas. Mas mesmo essas recordações despertavam nele alegria, porque fora através do seu sofrimento que o carcereiro encontrara Cristo! Paulo lembrava-se de Lídia e de sua casa, da pobre escrava que havia sido endemoninhada, e dos outros queridos cristãos de Filipos; e cada uma dessas recordações constituía uma fonte de alegria. (Valerá a pena perguntar: «Sou eu o tipo de crente que traz alegria à mente do meu pastor quando ele pensa em mim?»)
É possível que o versículo 5 se refira a uma participação financeira no sustento de Paulo, um tópico que ele retoma em 4:14-19. A igreja de Filipos foi a única que entrou em comunhão com Paulo no sentido de ajudar a sustentar o seu ministério. A «boa obra» do versículo 6 pode referir-se ao facto de ele partilhar dos seus meios; essa boa obra fora começada pelo Senhor e Paulo estava certo de que Ele a continuaria e completaria.
Mas não nos afastaremos do sentido se aplicarmos estes versículos à obra de salvação e à vida cristã. Não somos salvos pelas nossas boas obras (Ef. 2:8-9). A salvação é a boa obra que Deus realiza em nós quando confiamos no Seu Filho. Em Filipenses 2:12-13, lemos que Deus continua a operar em nós através do Seu Espírito. Por outras palavras, a salvação é uma obra tripla:
• a obra que Deus faz por nós — redenção;
• a obra que Deus faz em nós — santificação;
• a obra que Deus faz através de nós — serviço.
Este trabalho continuará até nos encontrarmos com Cristo, e então ficará completo. «Seremos semelhantes a Ele, porque assim como é O veremos» (I João 3:2).
Constituía uma fonte de alegria para Paulo o facto de saber que Deus continuava a trabalhar nas vidas dos seus companheiros crentes de Filipos. Ter Deus a trabalhar diariamente nas nossas vidas é, afinal, a base autêntica para uma comunhão Cristã jubilosa.
«Parece haver atrito no nosso lar» — disse uma esposa preocupada a um conselheiro matrimonial. «Francamente, não sei qual é o problema.»
«A fricção é causada por uma de duas coisas» — disse conselheiro que, para ilustrar, pegou em dois blocos de madeira que se encontravam na sua secretaria. «Se um dos blocos se mover e o outro estiver parado, haverá fricção. Ou, se os dois se movimentam, mas em direcções opostas, também há fricção. Ora, qual destes casos será?»
«Tenho de admitir que estou retrocedendo na minha vida cristã, enquanto que Joe tem estado a crescer» - confessou a esposa. «O que eu preciso é voltar à comunhão com o Senhor.»
É possível que o versículo 5 se refira a uma participação financeira no sustento de Paulo, um tópico que ele retoma em 4:14-19. A igreja de Filipos foi a única que entrou em comunhão com Paulo no sentido de ajudar a sustentar o seu ministério. A «boa obra» do versículo 6 pode referir-se ao facto de ele partilhar dos seus meios; essa boa obra fora começada pelo Senhor e Paulo estava certo de que Ele a continuaria e completaria.
Mas não nos afastaremos do sentido se aplicarmos estes versículos à obra de salvação e à vida cristã. Não somos salvos pelas nossas boas obras (Ef. 2:8-9). A salvação é a boa obra que Deus realiza em nós quando confiamos no Seu Filho. Em Filipenses 2:12-13, lemos que Deus continua a operar em nós através do Seu Espírito. Por outras palavras, a salvação é uma obra tripla:
• a obra que Deus faz por nós — redenção;
• a obra que Deus faz em nós — santificação;
• a obra que Deus faz através de nós — serviço.
Este trabalho continuará até nos encontrarmos com Cristo, e então ficará completo. «Seremos semelhantes a Ele, porque assim como é O veremos» (I João 3:2).
Constituía uma fonte de alegria para Paulo o facto de saber que Deus continuava a trabalhar nas vidas dos seus companheiros crentes de Filipos. Ter Deus a trabalhar diariamente nas nossas vidas é, afinal, a base autêntica para uma comunhão Cristã jubilosa.
«Parece haver atrito no nosso lar» — disse uma esposa preocupada a um conselheiro matrimonial. «Francamente, não sei qual é o problema.»
«A fricção é causada por uma de duas coisas» — disse conselheiro que, para ilustrar, pegou em dois blocos de madeira que se encontravam na sua secretaria. «Se um dos blocos se mover e o outro estiver parado, haverá fricção. Ou, se os dois se movimentam, mas em direcções opostas, também há fricção. Ora, qual destes casos será?»
«Tenho de admitir que estou retrocedendo na minha vida cristã, enquanto que Joe tem estado a crescer» - confessou a esposa. «O que eu preciso é voltar à comunhão com o Senhor.»
Warren W. Wiersbe



