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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

Sermões e Estudos

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10-01-08 - Brasil: Promotor que pediu separação de bebé de transexual diz que 'casal gay é anormal'

aberracoes.jpg     Fonte: Diário de S. Paulo/O Globo Online

     SÃO PAULO - O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, que fez o pedido à Justiça para que tirasse o bebé de um casal homossexual em São José do Rio Preto alegou que família gay 'foge do padrão normal'. O caso gerou comoção na cidade a 440 quilómetros da capital a ponto de, na última segunda-feira, cerca de 70 pessoas participarem de um protesto na frente do Fórum da cidade pedindo que a guarda da criança volte a ficar com a transexual Roberta Góes Luiz, de 30 anos, e o seu companheiro.

     - Passei por três avaliações psicossociais que me foram favoráveis. Tenho casa própria, família estruturada - estou com o meu companheiro há seis anos - e trabalho. Mas, para o Ministério Público, isso não é "normal" e não sou apta a cuidar do nené. Isso é preconceito. Não tem outra explicação. Mas não vou desistir. Eu quero o meu filho de volta - afirma ela.

     No pedido feito à Justiça, o promotor alega que o bebé não pode conviver com um casal "anormal". Segundo ele, em um processo de adoção a Justiça deve procurar a "família mais perfeita possível". Em sua argumentação, Moraes ainda afirma que o menino não levaria uma vida "normal" sem a presença de um pai e de uma mãe.

     Em entrevista ao jornal Diário de S. Paulo, o promotor negou ter sido preconceituoso no pedido de retirada da guarda feito à Justiça. Segundo ele, 'se a situação foge à regra, é anormal', justifica ele:

     DIÁRIO - Porque é que o senhor é contra a adopção da criança pelo casal homossexual?

     CLÁUDIO SANTOS DE MORAES - Não é por discriminação. Simplesmente entendo que esta criança tem direito a ter uma família convencional, com uma mãe mulher e um pai homem. Não vejo porque colocá-la sob a guarda e adopção desse senhor transexual.

     Por que o senhor considera o casal anormal?

     Não é uma situação normal, não adianta dizer o contrário. Foge à regra. Dizemque estou discriminando, sendo preconceituoso. E não é isso. Quem me pode afirmar o contrário? Foge à regra e, se foge a regra, é anormal. Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo.

     Mas a atitude da cabeleireira não é nobre?

     Eu acho que é mais capricho do que altruísmo. Sem se importar com o futuro da criança. Mas os testes psicossociais atestaram que a cabeleireira tinha condições de cuidar da criança. Cuidar de uma criança na idade em que ela está não é difícil. Qualquer pessoa consegue, basta dar atenção e carinho. Então o estudo psicossocial não tinha como relatar diferente. Acontece que há uma implicação futura.

     Que implicação?

     Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?



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