O pecado é um facto insofismável

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     A extensão universal do pecado humano não é uma verdade que pode ser conhecida apenas por revelação. É um facto da nossa própria experiência quotidiana. Vemo-lo quando lemos uma história ou o jornal. Vemo-lo enquanto viajamos pelo exterior ou nos misturamos com outros homens, nossos semelhantes. Vemo-lo no nosso próprio lar. Vemo-lo nas nossas próprias vidas.

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A glória da Cruz, por Billy Graham

Cruz Bíblia

 

     Que glória existe na cruz? Era um instrumento de tortura e vergonha. Porque Paulo se gloriou nela? Ele gloriou-se nela porque o ato mais altruísta jamais realizado por homens ou anjos ocorreu sobre ela. Ele viu - emanando daquele feixe áspero e inestético sobre o qual o Filho de Deus havia sido crucificado - a radiante esperança do mundo, o fim da escravidão do crente ao pecado e o amor de Deus derramado no coração dos homens. Um homem solitário morrendo numa cruz fez mais para restaurar a harmonia perdida do homem com Deus, com o próximo e com ele mesmo, do que o génio combinado e o poder dos poderosos da Terra. Com as minhas limitações finitas, não consigo compreender plenamente o mistério da expiação de Cristo. Só sei que todos os que vêm à cruz com uma fé simples e confiante perdem todas as suas manchas de culpa e encontram paz com Deus.

- Billy Graham

 

A cegueira do ateu no olho humano

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     Temos a maravilha das maravilhas: o olho humano!

     Como pode alguém observar o olho humano e admitir que ele surgiu por acaso?

     Os evolucionistas dizem-nos que onde houver uma necessidade a natureza vai providenciar o que é necessário. O leitor pode imaginar que nós precisávamos da visão?

     Nunca ninguém  tinha visto nada, mas havia necessidade de se ver alguma coisa. Então a natureza criou o olho. Imagina, criou dois olhos no plano horizontal, de tal modo que não apenas podemos ver, mas temos também um telémetro que determina as distâncias.

     Já imaginaste o que acontece com as tuas lágrimas que continuamente fluem pelo teu olho? O Dr. William Paley escreveu uma obra clássica intitulada Teologia Natural, na qual ele discute o olho. "A fim de conservar o olho humedecido e limpo - qualidades necessárias ao seu brilho e para a sua utilização - ele é lavado constantemente por meio de uma secreção destinada a esse fim; e a salmoura excedente é levada para o nariz, através de uma perfuração no osso, da grossura de uma pena de ganso. Quando a secreção chega ao nariz, ela espalha-se sobre a superfície interna da cavidade nasal e é evaporada pela passagem do ar quente que o curso da respiração lança continuamente sobre ela...

     É fácil perceber-se que o olho deve precisar de humidade; mas poderia essa necessidade do olho gerar a glândula que produz a lágrima, ou cavar o orifício por onde ela é descarregada - um "buraco nosso?"

     Que o ateu ou o evolucionista nos diga quem cavou o nosso buraco e colocou ali o encanamento para dispersão de nossas lágrimas.

     Sir Charles Scott Sherrington, famoso fisiologista inglês de Oxford, que escreveu uma obra clássica sobre o olho, disse: "Por detrás do intrincado mecanismo do olho humano há vislumbres assombrosos de um plano-mestre." Quando confrontado com a escuridão, o olho humano aumenta cem mil vezes a sua capacidade ver. A câmara mais admirável jamais feita nem sequer vagamente se aproxima de uma coisa tal, mas o olho humano faz isso automaticamente. Além disso, o olho humano encontra o objecto que "ele" quer ver e focaliza-o automaticamente. Ele se alonga e se comprime a si mesmo. Ambos os olhos, ao movimentarem-se juntos, tomam ângulos diferentes para se fixarem naquilo que se há-de ver. Quando o olho estava pronto para criar-se a si mesmo, teve também a previsão de proteger-se e construiu-se debaixo da saliência óssea, e também providenciou um nariz sobre o qual poderiam ser pendurados os óculos, de que a maioria de nós precisa. E providenciou também uma maneira de poder se fechar, afim de se proteger contra objectos estranhos.

- Raul Kieselbach

Como a fé estabelece a lei

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“Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei” (Rom. 3:31).


     Nesta passagem, a salvação pela" fé "é contrastada com a salvação pelas "obras" (Romanos 3:27), as obras da lei (v. 28 ). A lei exige 100% de justiça para se ser salvo (Gálatas 3:10; Tiago 2:10,11). Isso significa que para nos salvarmos pelas obras da lei, teríamos que vergar a lei dizendo para Deus aceitar pessoas que são apenas 75% justas, ou 88% justas, ou mesmo 99% justas. Porém a fé no sacrifício de Cristo pelos nossos pecados não tem de vergar a lei, pois estabelece a lei. A fé reconhece que "a lei é santa, e ... justa e boa" (Rom 7:12), mas que nós somos "carnais, vendidos sob o pecado" (v. 14). Ou seja, a fé estabelece que não há nada de errado com a lei, mas que há algo de errado connosco. Nós não podemos observar a lei perfeitamente, por isso temos de colocar a nossa fé no Cristo que a observou perfeitamente por nós, e depois morreu uma morte sacrificial em nosso favor. Foi porque a justiça da lei não pôde ser cumprida por nós que Cristo "se entregou por nós" (Tito 2:14), “para que a justiça da lei se cumprisse em nós" por Ele (Rom 8:4).

– Ricky Kurth

Quem é que, realmente, delira?

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     Quando evangelizava alguns pseudo-ateus, um deles exclamou:

     “Procure um psiquiatra. Isso aí está cheirando a esquizofrenia”.

     A resposta adequada não se podia fazer esperar:

     A esquizofrenia apresenta várias manifestações, afetando diversas áreas do funcionamento psíquico. Um dos principais sintomas são delírios. Delírios são crenças não verdadeiras, baseadas em um julgamento incorreto sobre a realidade exterior, apesar de provas e evidências contrárias.

     Está-se mesmo a ver quem aqui tem crenças não verdadeiras, baseadas em um julgamento incorreto sobre a realidade exterior, apesar de provas e evidências contrárias. Quem realmente pensa que o universo, e todos nós, é produto do acaso é que está, mesmo, em delírio.

- C.M.O.

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Sermão proferido por Dário Botas em 20 de maio de 2018

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Mentira & Mentira

Sermão proferido por José Carvalho em 13 de maio de 2018

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Sobre a Epístola aos Colossenses 1:24 realizado em 16 de maio de 2018

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