De mãe para filha

Elisabeth Elliot

     A relação do homem com a mulher é uma figura da relação de Cristo com a igreja.

     No entanto, no meio do povo de Deus, alguns viram na sexualidade, uma distinção que convém fazer desaparecer convenientemente. A declaração de Paulo aos Gálatas tem sido citada como meio de prova para defender a teoria de que, não existiriam diferenças entre as posições respectivas de homens e mulheres.

     “Porque todos sois filhos de Deus, pela fé em Cristo Jesus. Porque, todos quantos fostes baptizados em Cristo, já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu, nem grego; não há servo, nem livre; não há homem, nem mulher (noutras versões: masculino, nem feminino); porque todos vós sois um, em Cristo Jesus.” Gálatas (3.26-28)

     No entanto, a pessoa que disse estas palavras é a mesma que teve grande cuidado em estabelecer distinções entre o papel da mulher e o do homem, exortando as mulheres a vestirem-se com modéstia, a estarem em silêncio nas igrejas, a cobrir a cabeça e a submeterem-se aos seus maridos. Também elogiou generosamente as mulheres que o assistiam no ministério apostólico. Ele reconhecia que os dons espirituais eram atribuídos tanto a mulheres como a homens e estabeleceu regras com vista ao seu adequado uso.

     Apesar de tudo isso, ele insistia fortemente na distinção sexual e do que daí advinha. Ele nunca negou as distinções sexuais, pelo contrário, ele enfatizou-as. Esta passagem de Gálatas faz referência ao que um cristão vive pelo baptismo. Seja homem ou mulher, escravo ou livre, judeu ou grego, torna-se um filho de Deus. No entanto, esta “ordem de redenção” não une os dois pólos nem modifica a “ordem da criação”, tal como demonstra a alusão a este respeito na carta a Timóteo: “A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito porém que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio, porque primeiro foi formado Adão, depois Eva;” (1 Timóteo 2.11-13)

     A “super espiritualidade” que tenta erradicar todas a distinções entre os cristãos está no mau caminho. Trata-se de uma espécie de vontade de fugir da realidade, de iludir as responsabilidades e duma grave distorção da verdade.

     Graças sejam dadas ao Criador por este grande dom, Valérie! Não te juntes àqueles que se tentam desculpar ou esquecer destas verdades.

     Isto não é uma ideia tua, mas a do teu Criador e que grande Criador! A tua obediência à Sua vontade ajudará outras mulheres a serem mulheres e homens a serem homens. 
Elisabeth Elliot,
em Let Me Be a Woman (Deixem-me Ser Mulher),
Livro dedicado à sua filha Valérie como prenda de casamento.

PENSAMENTO
Deus criou o homem e a mulher – o homem para chamar, conduzir, iniciar, e dominar, e a mulher para responder, seguir, se adaptar, e sujeitar. Mesmo que sejamos defensores de outra teoria da origem da criação, a estrutura física da mulher mostra-nos que ela foi criada para receber, levar, seguir, completar e alimentar.

- Elisabeth Elliot

Sermões e Estudos

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