Obrigado, irmãs!

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     A nossa vida é tão corrida que poucas vezes nos lembramos de dizer “obrigado”. Não é que não sejamos agradecidos; é só que falta-nos o tempo para expressar a nossa gratidão. Ciente disto, quero tomar alguns minutos para dizer um sincero “obrigado” às minhas irmãs em Cristo.

     Em primeiro lugar, obrigado pela vossa fidelidade em relação ao mandamento do Senhor, que exorta-nos a não deixar a nossa congregação (Hb 10:25). Ao vê-las sempre presentes nas reuniões da igreja local, semana após semana, eu sinto-me animado e encorajado no Senhor. Eu sei que algumas de vocês têm filhos pequenos (e como eles dão trabalho!), e sei que algumas não têm nenhum apoio na hora da reunião, pois os seus maridos não são salvos. Mas saibam que o esforço que fazem para estarem sempre presentes quando a igreja se reúne é um grande incentivo para mim.

     Há outro mandamento que vejo ser obedecido com alegria: “Orai sem cessar” (I Ts 5:17). Eu sei que muitas de vocês oram pela igreja; e como é necessário este serviço! Sei também que eu estou incluído nas vossas orações, pois posso sentir os efeitos benéficos disto na minha vida. Tenho sido preservado de pecar muitas vezes ao lembrar-me de irmãs fiéis que dedicam-se à oração. Agradeço especialmente pelas vossas orações pela pregação da Palavra. Quão grande é a responsabilidade de expor as Escrituras, seja aos incrédulos, seja aos santos! Sei que, sem as vossas orações, seria muito mais difícil.

     Obrigado, também, por não se terem esquecido da hospitalidade (Hb 13:2). Não é qualquer um que recebe um desconhecido! Quantas vezes tenho passado pelas vossas casas, deixando para trás muita limpeza a ser feita, e muitas vezes nem sequer disse “obrigado”! Na eternidade, porém, vocês perceberão o quanto foram preciosas aquelas refeições simples, aquele cuidado sincero que vocês dispensaram aos vossos irmãos em Cristo. Quantos jovens estudando longe de casa foram preservados perto do Senhor pela hospitalidade das Suas servas! Quantos servos, longe de casa e da família, encontraram repouso e ânimo espiritual das mãos de servas dedicadas!

     Irmãs, obrigado pelo vosso silêncio nas reuniões. A ordem dada por Deus em I Co 14:34-35 não é muito popular hoje em dia, mas é a vontade do Senhor para as Suas igrejas. Com o passar do tempo, tenho aprendido que a vossa contribuição silenciosa nas reuniões é fundamental. Na reunião de oração, ou na Ceia, muitas vezes as orações no coração das irmãs, que só Deus ouve, são as mais importantes. Eu não as ouço, mas sei que são ouvidas no Céu.

     Obrigado também pelas lições que vocês me ensinam pelo uso do véu. I Co 11:1-16 ensina-me que, ao usar o véu, vocês estão a testemunhar a vossa submissão aos homens, que por sua vez estão sujeitos a Cristo, que por Sua vez tomou a posição de servo perante o Pai. Por este acto tão simples vocês proclamam que, nas reuniões da igreja, é Jesus Cristo quem é o Senhor! Que lição preciosa. É uma pena que muitos irmãos confundam “submissão” com “inferioridade”. Obrigado por me ajudarem a entender que ser submisso é um acto que dignifica o Cristão.

     Preciso também agradecer pelo trabalho importante de criarem os vossos filhos no temor e admoestação do Senhor. Quando a sociedade dá tanto valor a outras coisas, como é um incentivo para mim ver que irmãs ainda estão dispostas a prepararem os seus filhos para a eternidade, e não apenas para o futuro . Como Loide e Eunice (II Tm 1:5), vocês estão a lançar a boa semente, que pode tornar os vossos filhos sábios para a salvação que há em Cristo Jesus. Pelo vosso exemplo, eu tenho aprendido que há coisas mais importantes do que o dinheiro, prestígio e fama que o mundo oferece. Quão melhor ser agradável a Deus do que bem-sucedido no mundo!

     Isto lembra-me o serviço importante que Deus deu às suas servas; transformar o seu lar num ambiente que promove o crescimento de tudo aquilo que é espiritual. É triste ver tantas irmãs serem iludidas pelo deus deste século, e entregarem-se de corpo e alma a uma carreira no mundo. Quão bem melhor ouvir a Palavra de Deus, que exorta as mulheres novas a serem “prudentes, a amarem os seus maridos, a amarem os seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos” (Tt 2:4-5). Obrigado pela vossa obediência à vontade de Deus, mesmo tendo que ir contra a corrente. Obrigado por dedicarem-se fielmente ao serviço do lar, ajudando a ensinar-me que qualquer serviço feito para Deus é precioso, por mais humilde que possa parecer.

     Finalmente, quero agradecer pela vossa consideração para com os vossos irmãos. O diabo tem incentivado o homem a seguir sua natureza pecaminosa, e isto reflete-se na moda. A maneira ímpia com que mulheres se vestem e enfeitam tem sido a causa de tropeço de muitos cristãos. Até mesmo mulheres salvas têm sido enganadas, permitindo que o seu corpo seja usado pelo diabo para provocar pensamentos impuros nas nossas mentes. Eu sei que pode ser difícil entender o porquê disto; mas obrigado pela vossa obediência a I Tm 2:9-10 e I Pe 3:3-5. Quando muitas se destacam pela sua ousadia e falta de modéstia, quão bom ver que ainda há irmãs que se destacam pela sua decência e modéstia. Eu só posso dizer “Obrigado”; Deus saberá recompensar a vossa dedicação.

     Por tudo isto, e outras coisas que só o Senhor conhece, achei necessário escrever estas linhas. Só para dizer: “Obrigado, irmãs!“

W. J. W. — adaptado de um artigo por Shawn Abigail, Canadá.

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