O que é um etimologista?

Bruce Woolard

     Um etimologista é um artífice da palavra. Ou, apresentando mais claramente, é uma pessoa que estuda a origem das palavras e o seu uso. Tais estudiosos em linguagem têm melhorado a nossa compreensão de algumas palavras da Bíblia.

     Por exemplo, a nossa palavra em português espírito deriva da palavra latina spiritus, que significa "sopro". Encontramos a base desta palavra em várias palavras que frequentemente empregamos em conversação: inspirar, expirar, respirar e aspirar, para citar apenas alguns exemplos.

     As Escrituras Sagradas foram inspiradas (2 Timóteo 3:16), ou "Deus soprou-as". Em latim, é Deo spiritus; em grego, theopneustos. No relato da criação lemos que Deus soprou no primeiro homem o sopro da vida (Génesis 2: 7). Mas não é sem significado que a igreja do Mistério seja referida como o "novo homem" (Efésios 2:15), pois a sua vida também é a própria vida de Deus.

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O valor duradouro da Ceia do Senhor participativa

Ceia

Por J. J. ROUTLEY

Eu cresci numa igreja bíblica que celebrava a morte e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo uma vez por semana numa reunião chamada "A Ceia do Senhor". Também era conhecido na nossa família como "O Partir do Pão" ou o "Primeiro Culto". A reunião é diferente dos cultos de comunhão na maioria das igrejas evangélicas no facto de se tratar de um culto em que os homens que confiaram no Senhor Jesus Cristo podem se levantar espontaneamente e comunicar algo de coração sobre o seu Salvador. Ouvi muito sobre a importância deste culto durante os meus anos de crescimento, muitas vezes no próprio culto. Muitas pessoas ao longo dos anos têm testemunhado do seu significado na sua vida. Alguns têm-no identificado como a principal razão pela qual eles escolheram congregar-se numa determinada igreja local. Outros qualificam esse culto como a hora mais importante da sua semana.

Muitos têm escrito sobre o fundamento bíblico para a Ceia do Senhor participativa. Esse não é o propósito deste artigo, embora seja uma área de necessidade contínua. Também não pretendo fazer generalizações dilatadas sobre as igrejas que usam este tipo de culto, o que parece popular entre alguns hoje. No que se segue, eu simplesmente quero oferecer sete razões pelas quais eu valorizo a Ceia do Senhor. Isto não pretende ser uma lista exaustiva, como se eu pudesse, em poucas palavras, abranger o imensurável valor de nos lembrarmos do Salvador desta forma. Embora estas razões estejam muito no meu coração, elas não são de modo algum exclusivas apenas para mim. Espero que, ao lê-las, também seja movido a se maravilhar com a múltipla sabedoria de nosso Senhor Jesus Cristo ao instituir este memorial.

A Ceia do Senhor ensina a verdade bíblica

Esta é uma afirmação que tem sido tantas vezes repetida que o seu efeito tem sido extremamente diminuto. O culto do Partir do Pão ensina a Bíblia de uma forma tão vívida e teologicamente tão rica como não é possível num culto tradicional de pregação. Há várias razões para isso. A primeira, apesar de haver muitos subtemas durante o culto, o tema principal é sempre o Senhor Jesus Cristo: a Sua morte e ressurreição. O que quer que seja dito, Cristo é a chave. Isso significa que quando um crente se ergue para falar, ele fala do Senhor Jesus Cristo. Assim, o Senhor Jesus Cristo é proclamado de todas as Escrituras; Velho e Novo Testamentos, tanto passagens bem conhecidas como as mais obscuras. Os oradores, portanto, fazem o trabalho de apresentar uma teologia bíblica coerente em relação ao Senhor Jesus Cristo semana após semana. Em segundo lugar, há um grupo diversificado de crentes que leem, oram, se regozijam e partilham pensamentos sobre textos bíblicos durante este culto. Esses crentes têm diferentes estilos, diferentes tons e variações na voz, diferentes níveis de intensidade e emoção. Estes diferentes estilos permitem um potencial crescente na aprendizagem entre o grupo diversificado que compõe a congregação da igreja, uma vez que cada crente individual possui diferentes estilos de aprendizagem. Simplificando, na Ceia do Senhor participativa há algo para todos.

A Ceia do Senhor exige reflexão individual

“Examine-se pois o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice” (1 Cor. 11:28). Em relação à Ceia do Senhor há dois aspetos, tanto coletivo como individual. Individualmente, o culto é um momento para a reflexão pessoal sobre o meu estado espiritual diante de Deus. Como foi a minha vida desde a última vez que tomei o pão e o cálice? Existe algum pecado não confessado que abrigue, alguma atitude arrogante ou ímpia de que me recuse arrepender? Tenho-me saturado com a Palavra de Deus? E o meu tempo de oração perante o Senhor? Se o sacrifício de Jesus na cruz visou restaurar um relacionamento correto entre mim e Deus, estas questões de relacionamento devem ser formuladas e refletidas antes do verdadeiro culto ao meu Salvador começar. Muitas vezes, destaca-se que o exame pessoal não deve levar a abstermo-nos de tomar os elementos se tivermos sentimento de culpa, mas sim a refletirmos, arrependermo-nos e retomarmos a comunhão através da tomada do pão e do cálice. Dessa forma, a nossa reflexão pessoal reflete a nossa experiência de salvação: o pecado não tem a palavra final, mas é conquistado pelo nosso relacionamento com o Senhor Jesus Cristo por meio da fé.

A Ceia do Senhor ajusta a nossa visão espiritual

O mundo em que vivemos contamina as nossas mentes e corações e procura afastar-nos de Jesus Cristo. De uma semana para a seguinte, o pecado desenfreado evidente ao nosso redor pode entorpecer as nossas mentes, endurecer os nossos corações e deteriorar a nossa visão espiritual. A Ceia do Senhor serve para corrigir essa visão deteriorada ao "injetar" a verdade em nossas vidas. A verdadeira natureza da humanidade é exibida em cada domingo ao reajustarmos a nossa visão (da perspetiva positiva que a sociedade tem relativamente à humanidade) com a denúncia das Escrituras (da nossa incapacidade de fazer o que quer que seja de bom em e por nós mesmos).  A verdadeira natureza do pecado é proclamada, deslocando a nossa lente de tolerância e permissão a respeito do pecado ... para a chamada cristã para colocar sob morte a natureza do pecado. A verdadeira natureza da salvação, não apenas como justiça social, euforia emocional ou realização mística, mas sim como libertação da escravidão do pecado adquirida pelo precioso sangue de Cristo, altera a nossa perspetiva. O Partir do Pão refocaliza semanalmente os olhos dos nossos corações.

A Ceia do Senhor cria oportunidades para a adoração trinitária 

Quando lemos a Palavra conjuntamente, oramos conjuntamente, cantamos conjuntamente, é-nos dada a oportunidade de adorar o Deus Triúno. Uma vez que a adoração tem a ver com atitudes e motivações, dois indivíduos podem estar sentados juntos no mesmo culto, ouvindo as mesmas palavras lidas e proferidas em oração, e cantando as mesmas músicas, e um adorar enquanto o outro não. Porém a oportunidade (para adoração) é apresentada a cada indivíduo, e cada um deles deve aproveitá-la. Uma vez que um crente deixa de estar preocupado consigo mesmo e, em vez disso, se concentre em Cristo, vemos a adoração dirigida à Divindade acontecer de formas sublimes.

O Senhor Jesus Cristo é o centro da Ceia do Senhor: é a Sua ceia, por Ele instituída. Nós lembramo-nos da Sua vida, morte e ressurreição, e ao fazê-lo, adoramo-Lo como Ele nos pediu. Quando adoramos o Senhor Jesus Cristo, o Filho, neste culto, Deus Pai é glorificado. O plano predeterminado do Pai levou o Filho a encarnar, sofrer e morrer em nosso lugar. Nós oramos ao Pai, louvando-O por ter enviado o Seu Filho, por ter dado o Seu Filho unigénito até ao ponto de morrer, e Ele ouve as nossas orações e recebe a nossa adoração. O Espírito Santo opera de modo semelhante no culto. Ele guia o nosso pensamento e a leitura das Escrituras, convence-nos do pecado, dota-nos para nos encorajarmos e edificarmos uns aos outros e, em tudo, magnifica o Senhor Jesus Cristo como o unigénito de Deus. Assim, no nosso culto de adoração, cada pessoa da Trindade está ativamente envolvida nas múltiplas e diversas formas, operando em nós, entre nós, e através de nós, na edificação do “um só corpo” de Cristo.

A Ceia do Senhor destrói o orgulho e a arrogância 

É verdade que semanalmente sou confrontado com um Salvador crucificado que morreu no Calvário pelos pecados do mundo, mas sou colocado mais em confronto com os meus próprios pecados, e vejo o meu pecado como ele realmente é. A minha arrogância é revelada. As atitudes do meu coração que ninguém vê como eu, e as motivações secretas para me elevar a mim mesmo e o avanço na luta contra o Espírito, é desnudada. Tudo isto é destacado em contraste com o corpo do Senhor Jesus Cristo quebrado e o Seu sangue derramado por mim. Quando o Senhor Jesus Cristo é magnificado na Ceia do Senhor, o meu pecado assume a sua forma real e grotesca. É como se ao tomar o pão e o cálice eu fique diante do Salvador quando Ele sofreu na cruz, e todos os meus feitos e as coisas que eu considero de valor, fora de Cristo, sejam reveladas como sem valor. Eu ouço as palavras: "Àquele [Jesus] que não conheceu pecado, [Deus] O fez pecado por nós; para que n’Ele fôssemos feitos justiça de Deus ", e o orgulho é erradicado. Como me posso gloriar em qualquer parte de mim mesmo, conhecendo a pena que o meu pecado exige e quão indigno sou de uma salvação tão grande? Quando eu vejo o Senhor Jesus Cristo enquanto estou na mesa do Senhor, "o que para mim era ganho reputo perda por Cristo, e desprezo todo o meu orgulho", [Do hino Ao Meditar, na sua letra original em inglês – When I Survey the Wondrous Cross, por Isaac Watts].

A Ceia do Senhor une os corações dos crentes

Na Ceia do Senhor há tanto um aspeto individual como um aspeto coletivo. Individualmente, avalio o meu estado espiritual diante de Deus, confesso o pecado e preparo o meu coração para a adoração. No entanto, ao sermos conduzidos por outros no culto para pensarmos em Cristo nas Escrituras, entoamos cânticos de louvor e de adoração a Ele e fazemos orações de ação de graças pelo Seu trabalho realizado, um maravilhoso sentimento coletivo de amor e gratidão flui de outros que adoram igualmente. Os nossos corações são conjuntamente unidos em torno de um amor comum pelo Senhor Jesus Cristo que é aformoseado no culto e uma profunda apreciação comum pelo que foi feito a nosso favor. As distinções sociais e étnicas que existam ao longo da semana já não nos separam ali, mas pessoas de diversas origens são unidas em espírito para louvar o Deus Triúno pela obra salvífica do Senhor Jesus Cristo, o Filho. Desta forma, uma bela unidade na diversidade e diversidade na unidade é exibida entre os crentes quando olhamos para o Senhor Jesus Cristo ali.

A Ceia do Senhor transforma a mente

Quando o nosso pecado é confrontado, o orgulho é dizimado, a visão está focada em Cristo e os corações estão unidos em amor e gratidão, o Espírito Santo renova as nossas mentes, transformando os nossos pensamentos e imaginações. O mundo que nos rodeia desvanece-se ao colocarmos os nossos corações nas coisas de cima. As nossas preocupações, temores, ambições, e motivações são todas abatidas diante do Cordeiro de Deus crucificado e glorificado. O sofrimento e a exaltação do nosso Senhor Jesus Cristo mudam a forma como vemos o mundo que nos rodeia. Ao vermos Cristo sentado à direita de Deus, o Pai, silencia as nossas preocupações e receios. O conhecimento que Ele nos elevou ali com Ele erradica toda ambição e motivação pecaminosa. O que nos resta é o nosso glorioso Deus e Salvador que ocupa o trono dos nossos corações e a sede das nossas afeições. Se o Espírito Santo tiver liberdade na Ceia do Senhor, o resultado é o derrube de todos os deuses falsos e a magnificação do Senhor Jesus Cristo. Tendo sido transformados pela renovação das nossas mentes, ficamos novamente prontos para combater as forças espirituais da maldade nos lugares celestiais.

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Estas são sete razões pelas quais eu valorizo muito a Ceia do Senhor participativa. Numa cultura contemporânea em que este culto se torna cada vez menos importante, faremos bem em lembrar as palavras do autor da epístola aos Hebreus: "Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras. Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia" (Heb. 10:23-25).

 

 

Por J. J. ROUTLEY

Disciplina Bíblica na Igreja - Princípios (IV)

A rebeldia é passível de disciplina


     No Velho Testamento vemos Eli, Samuel, David, pais de família que condenaram os seus filhos à lepra espiritual por não os confrontarem, corrigirem e disciplinarem.

     “Que fosse tirado do vosso meio . . .” Como devia ser tratado esse pecado aberto, público?

     Vss. 2b-4 mostram o caminho da disciplina. Parece muito duro, abrupto e até mesmo precipitado. Por que Paulo não aconselhou 3 visitas a casa do ofensor? Por que não seguiu os passos de Mt 18? Por que não “apaparicou” o pecador para ver se voltava à igreja? A Bíblia não diz que não devemos julgar nosso irmão?

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Não encontro Deus na cabana!

A.cabana

     Não encontramos Deus na "A Cabana". Encontramos a Deus na leitura reverente das Escrituras Sagradas.

     A trama do livro é muito boa, prende a atenção e o autor é muito vívido na sua escrita, de forma que prende o leitor do início ao fim. Quando li o livro, lembro-me de ter terminado em muito pouco tempo. Ele acerta muito em tratar de um tema que atrai a todos: falar do sofrimento humano e apresenta de alguma maneira uma resposta a ele, uma vez que trata da morte da filha do personagem principal, que foi assassinada cruelmente, e a revolta do mesmo contra Deus por ter permitido tudo aquilo. Qual o grande problema do livro? Primeiramente, o livro traz a trindade (Pai, que na verdade é apresentado como mãe, Filho, que é Jesus, e Espírito Santo, apresentado como Sarayu, uma menina oriental, talvez evocando o misticismo oriental).

     A partir daí, ele passa a mostrar o caráter da sua trindade. Um deus bem diferente do Deus das Escrituras. Ao lermos a Bíblia, encontramos o verdadeiro Deus. Um Deus muito mais complexo, que tem em Seu caráter diversos atributos como bondade, amor (1 Jo 4.8), justiça (Na 1.2,3), verdadeiro (Nm 23.19), soberania (Sl 115.3), eternidade (1 Tm 1.17), imutabilidade (Tg 1.17), omnipresença e omnisciência (Sl 139.4-9), omnipotência (Jó 37.23), santidade (Is 6.3) e que é Espírito invisível ( Jo4.24, e que é visível apenas em Cristo). Ao dar forma ao Pai e ao Espírito já temos um grande problema. Deus não pode ser visto. E quando pecadores se encontram com Ele, a sensação não é de questionamento, mas de terror. João cai como morto, Daniel também. Isaías pensa que vai morrer. Deus é santíssimo.

     Outro grande problema é que o deus da cabana (ou o deus do Yong) é apenas um deus de amor, que não demanda nada do homem, quer apenas relacionamento. Diferentemente do Deus da Bíblia, que é um Deus Justo e Santo. Que nos revela em Levítico 19 que nós devemos ser santos, povo separado para ele, e ser santo significa andar nos seus mandamentos em amor (explicação na sequência do cap. 19). Deus tanto salva aquele que é justo (declarado justo pela fé em Jesus, que se fez justiça em nosso lugar), quanto condena o ímpio. Infelizmente, aparentemente Yong é universalista.

     Por fim, o deus da cabana trata do sofrimento como resultado apenas do livre-arbítrio humano. Ele não tem propósito bom algum no sofrimento, na verdade ele não tem nada a ver com isso. Aparentemente, Yong é um Teísta aberto também, infelizmente. Desta maneira, ele não apenas esvazia a santidade e justiça de Deus, como Sua soberania. A Bíblia revela-nos um Deus que é soberano e que nada foge ao Seu controlo. Como lemos no Salmo 115.3 “Nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que Lhe agrada”. Tudo que acontece está debaixo de Sua vontade, mesmo que permissiva. Ele tem um propósito em todas as coisas, mesmo que não entendamos. Tudo caminha para um fim glorioso, tudo coopera para o bem daqueles que O amam, tudo o glorifica no fim.

Por isso, defendo que na "A cabana" não podemos encontrar o verdadeiro Deus, mas somente nas Escrituras Sagradas.

- Daniel Simoncelos

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Disciplina Bíblica na Igreja - Princípios (V)

A rebeldia é passível de disciplina


     Em 1 Co 5 Paulo lida com um pecado que envolveu o nome de TODA a igreja, um pecado suficientemente grave, em que o pecador não se arrependeu. Paulo pula todos os passos de Mt 18 e vai diretamente para o único passo que, nesta altura, seria capaz de restaurar o ofensor e o nome da igreja! Parece ser o caso quando se trata de pecado aberto, claramente conhecido como pecado, como no caso de imoralidade.

     (11) Alguns exemplos de pecados que merecem esse tipo de tratamento estão listados no vs. 11: impureza (sexual), avareza (falta de ética nos negócios), idolatria, maledicência, beberrice, roubo. Entendemos esse princípio na prática se não na teoria. Imagine um pai chamando o seu filho à parte e dizer-lhe, “Filho, sei que nunca te disse. Mas arrancares todo o cabelo da sua irmã não é coisa boa. Agora quero que te sentes nesta cadeira por 5 minutos, refletindo na vida.”

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Sermões e Estudos

PeterCerqueira19NOV17a
Aliancismo I   -   Aliancismo II

Sermão proferido por Peter Cerqueira em 18 de novembro de 2017

Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 1:16,17, realizado em 15 de novembro de 2017

PeterCerqueira19NOV17a
Calvinismo

Sermão proferido por Peter Cerqueira em 19 de novembro de 2017

Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 1:16, realizado em 08 de novembro de 2017

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    Quarta-feira: 21:00, Oração e Estudo Bíblico