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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Pedro Cândido

Breve testemunho acerca de como se converteu a Cristo e de como tem sido a sua vida ao Seu lado.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Jorge da Silva

Como a graça de Deus o conduziu à salvação em Cristo. Ouve o seu testemunho até ao fim.

Sermões e Estudos

CMO 10DEZ17
Alerta Pungente Duplo

Sermão proferido por Carlos M. Oliveira em 10 de dezembro de 2017

Simao Santos 01DEZ17a
Origem bíblica do dispensacionalismo

Sermão proferido por Simão Santos em 01 de dezembro de 2017

Teles
Depoimento e Súmula

Testemunho de José Teles em 02 de dezembro de 2017

Perguntas respostas
Perguntas e Respostas

Conferência Bíblica Dispensacionalista realizada 01-03 de dezembro de 2017

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Testemunhos científicos da existência de Deus

Testemunhos
 
     O presidente da Sociedade Científica de Nova Iorque apresentou, certa vez, oito razões por que cria na existência de Deus.
 
      A primeira foi: “Apanhe dez moedas iguais, numere-as de 1 a 10 e coloque-as no bolso.  A seguir, retire qualquer uma; a probabilidade de que você venha a retirar a moeda número 1 é de uma em dez.  Recoloque-a no bolso e retire outra moeda: as probabilidades de a moeda número dois sair em seguida não serão mais de uma em dez, mas de uma em cem.  A cada nova moeda retirada o risco é multiplicado por dez, de modo que a probabilidade das dez moedas saírem pela ordem é de uma em 10.000.000.000 (dez biliões)”.
 

     Essa prova pareceu-me tão incrível que imediatamente peguei no lápis e papel e ... logo descobri que ele tinha razão.  Faça essa experiência.

      É por isso que o estatístico norte-americano George Gallup diz: “Eu poderia provar a existência de Deus estatisticamente. Para isso bastaria tomar como exemplo o corpo humano: a probabilidade de todas as funções do invidíduo virem a ocorrer por acaso, é uma mostruosidade estatística”.

      Certamente nenhuma pessoa sensata desejaria basear o seu futuro eterno numa “mostruosidade estatística”. É, talvez, por essa razão que a Bíblia declara no Salmo 14:1: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus”.  Vamos, porém, considerar o problema de um outro ponto de vista. 

     Estamos no cais de um porto, quando um grande transatlântico de aproxima, e eu digo-lhe: “Muita gente pensa que este navio é o resultado de planos cuidadosamente traçados por alguém, mas eu sei que isso não aconteceu. Na realidade, nenhuma inteligência actuou na construção deste transatlântico. O ferro por algum processo misterioso foi saindo da terra paulatinamente e foi-se amoldando até tomar a forma de chapas; os furos foram-se formando lentamente nas extremidades das chapas e, depois de um longo tempo, pelo mesmo processo evolutivo, as máquinas apareceram nos seus lugares. Num belo dia, uns homens, passeando pela praia, encontram-no flutuando tranquilamente ao abrigo de uma enseada”.

      Ouvindo isso, com toda certeza diria que eu estava doido e procuraria fugir de mim, escondendo-se entre a multidão para não continuar a ouvir a minha conversa disparatada.  Ora, sabe que onde há um desenho, deve haver um desenhista e, tendo conhecido outros produtos concebidos pela mente humana, exactamente como o navio em questão, não duvida de que ele foi planeado e construído pela inteligência e perícia humanas.

     Contudo, há homens com alto grau de instrução que afirmam que o universo inteiro veio à existência por acaso; que não houve, realmente, uma inteligência superior actuando na sua formação; dizem-nos não conhecerem outro Deus além da natureza1.

     Por outro lado, há também muitos homens inteligentes que crêem no facto de que Deus é transcendente, isto é, enquanto Ele Se revela através da natureza (na qual as leis e princípios são manifestações do Seu poder e sabedoria), Ele mesmo é essencialmente maior do que o universo. Os ateus, porém, querem apresentar-nos o enigma de um desenho sem desenhista, uma criação sem Criador, um efeito sem causa.

     Toda a pessoa de bom senso reconhece uma série de causas e efeitos na natureza, cada efeito tornando-se a causa de algum outro efeito. E quem aceita isto como um facto, forçosamente tem que admitir que em qualquer série tem que haver um princípio; nunca poderia haver o primeiro efeito, se não houvesse a Primeira Causa.  Esta Primeira Causa, no meu entender, é a Divindade e o facto de eu não poder dizer de onde Ela veio, não é razão suficiente para eu negar que, Ela exista.

     Os homens já descobriram muitas das leis que governam a electricidade, mas os maiores cientistas não podem defini-la.  Por que é que, então, cremos que ela existe?  Porque vemos a manifestação da sua existência nos nossos lares, nas nossas indústrias e nas nossas ruas.  Assim, também, embora não sabendo de onde Deus veio, devo crer que Ele existe porque vejo as manifestações d’Ele em toda parte ao redor de mim.

     Disse o Dr. Arthur Compton, Prémio Nobel da Física: “Para mim, a fé principia quando se chega à compreensão de que uma inteligência superior trouxe o universo à existência e criou o homem.  Não me é difícil possuir tal fé, pois ninguém pode contestar que onde há um plano, há inteligência - um universo ordeiro e desenvolvente atesta a veracidade da mais sublime declaração jamais proferida: 'No princípio ... Deus'.

     Outro grande cientista, o Dr. Wernher von Braun, declara na publicação norte-americana “Missiles and Rockets” (Mísseis e Foguetes): “Fala-se, com muita frequência, que iluminação científica e crença religiosa são coisas incompatíveis.  Acho uma das maiores tragédias de nossos tempos que um erro tão estúpido quanto perigoso seja tão amplamente aceite”.

     O falecido Professor Edwin Conklin, um notável biólogo, declarou com muita propriedade: “A probabilidade de a vida ter-se originado por acaso é comparável à probabilidade de um dicionário ter-se formado como resultado de uma explosão numa tipografia”.

     Deus existe, quer os homens se disponham a crer quer não.  A verdadeira razão porque não creem em Deus não é tanto porque isto seja intelectualmente impossível, mas porque o crer em Deus compele a toda pessoa inteligente a enfrentar o facto da sua responsabilidade perante esse Deus, coisa que muitos não estão dispostos a fazer.

     Aqueles que se refugiam no ateísmo ou no agnosticismo, fazem-no, na sua maioria, porque isso lhes parece um “escape” conveniente da realidade dura, isto é, o facto de ser o homem responsável perante o seu Criador.  Geralmente não é tanto: “eu não posso crer”, mas “eu não quero crer”.



1 Natureza vem de naturae do Latim, que quer dizer: que foi criado.

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"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
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